Autonomia e independência das crianças: como o colégio ajuda?

Autonomia e independência das crianças: como o colégio ajuda?

O Colégio Integração tem como um de seus objetivos colocar o educando como agente protagonista da aprendizagem. Procurando sempre estimular o aluno a busca da construção de seu conhecimento, propiciando a criticidade e reflexão. A autonomia é um dos pilares da educação integral e é por meio dela que se desenvolvem todas as potencialidades dos educandos, garantindo-se sua independência dentro do processo de ensino-aprendizagem. 

 

O Papel do professor 

O papel do professor é fundamental para que as aulas tenham um significado com enfoque no desenvolvimento de habilidades e competências. A seguir elencamos alguns pontos relevantes para que esse processo de aprendizagem desenvolva o intelecto, a autonomia e o protagonismo: 

  • O educador a todo momento observa o aluno para estimular a sua capacidade criativa. A observação é um dos recursos mais valiosos para que ele consiga atender às necessidades individuais de seus alunos; 
  • O professor oferece ao aluno momentos de aprendizagem e o estimula a buscar informações e construir seu conhecimento; 
  • O papel de protagonista do aluno na construção do conhecimento ocorre por meio da interação entre os alunos, conteúdos e educador. Esse processo é lento e exige bastante comprometimento; 
  • As ferramentas tecnológicas assumem um papel fundamental para o engajamento do aluno no processo de ensino-aprendizagem; 
  • O professor se torna o mediador do conhecimento. Mediar é facilitar o processo para que a informação se transforme em conhecimento e gere novas aprendizagens. O professor assume uma postura inovadora perante o grupo. 

 

Criando um ambiente favorável 

O espaço dentro do contexto escolar deve favorecer a autonomia dos alunos e oferecer diferentes possibilidades para um desenvolvimento integral. Uma estrutura física acolhedora e atrativa pode ser imensamente favorável à exploração e à criação, tornando-se um caminho para o aprender. 

No Colégio Integração oferecemos diferentes espaços para que os alunos participem de uma rotina mais atrativa e se sintam estimulados. 

 

Realizando as atividades na rotina

Uma rotina escolar adequada significa se organizar com as atividades e administrar o tempo. Essa rotina irá desenvolver a autonomia do aluno e oferecerá segurança para uma participação mais independente. É muito importante o aluno desenvolver suas atividades nas diferentes disciplinas por meio de horários e tarefas pré-estabelecidas. 

O método de criar o costume da rotina também se mostra eficiente na criação de espaço para a autonomia dos nossos alunos. Ter o conhecimento dessa frequência bem estabelecida faz com que o aluno compreenda o sentido de limites e ordem. 

Orientamos nossos alunos que essa prática de se organizar fortalece bons hábitos e se estende para momentos fora do contexto escolar, como a alimentação, o descanso e a higiene pessoal. 

 

Liberdade para a autonomia dos alunos 

Vivemos em um mundo com uma transformação acelerada por meio das redes sociais e ferramentas tecnológicas. Pensar no espaço escolar é um desafio para que se possa oferecer uma aprendizagem significativa e consolidada. As trocas e as relações favorecem o processo de ensino-aprendizagem. 

Ensinar é inseparável do aprender, e a todo momento as trocas realizadas entre educadores e alunos permitem a construção desse conhecimento. A escola é um espaço de aprendizagem e, para que o aluno consiga se tornar autônomo e independente, ela deve ser também um espaço com um clima de incentivo à pesquisa, às descobertas e às experimentações. 

Os nossos alunos são o tempo todo motivados a serem parte do processo de ensino-aprendizagem por meio de uma participação ativa em debates, fóruns e atividades decorrentes de uma metodologia ativa. 

 

Orientando a família 

A parceria entre família e escola é fundamental para que o aluno desenvolva sua autonomia e alcance sua independência. Dentro do processo de aprendizagem, o ideal é que a família e a escola caminhem juntas, com os mesmos objetivos, oferecendo ao aluno segurança. Sendo assim, nossos educandos se tornam cidadãos críticos e capazes de enfrentar esse mundo globalizado, com suas situações de complexidade inerentes a esse ambiente. 

A família deve participar da vida acadêmica de seu filho e apoiar as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea. Um fator importante é apoiar e, ao mesmo tempo, deixar seu filho resolver por si os conflitos e as dificuldades encontradas. 

Diversas outras formas de potencializar a autonomia das crianças podem ser praticadas na escola e a melhor maneira de elas serem cada vez mais utilizadas é por meio do reconhecimento de sua importância. 

No Colégio Integração, o aluno participa das aulas em diferentes espaços que, além de propiciar a construção do aprendizado, possibilita compartilhamento de vivências e saberes. 

5 dicas para quem vai cursar o Ensino Médio

Ensino Médio é uma etapa desafiadora, não é mesmo?! Mas também repleta de oportunidades. Afinal, é neste momento que todo adolescente começa a se preparar de forma mais direcionada para a escolha de uma carreira e para o vestibular. 

O friozinho na barriga é comum e super normal. Mas a verdade é que com planejamento, organização e dedicação aos estudos, você vai tirar de letra! Neste artigo, separamos 5 dicas que vão te ajudar a potencializar o seu aprendizado ao longo desses três anos tão importantes.  

 

1. Defina um método de estudos 

Estudo intercalado, mapas mentais e resumos são algumas das possibilidades para dar conta de todas as matérias. Esses e outros métodos desenvolvidos por especialistas podem ser facilmente aplicados na sua rotina desde o primeiro ano e te ajudaram muito lá na frente, quando for a hora de realizar a prova do ENEM e os vestibulares. 

Vale dizer que não existe técnica melhor ou pior. Existe aquela que se encaixa melhor ao seu perfil e, consequentemente, funcionará dentro da sua rotina. 

Administrar o tempo, ter autocontrole na resolução dos exercícios, entender e fixar o conteúdo, esses são alguns dos desafios comuns a todos os estudantes e que podem ser desenvolvidos da melhor maneira quando são identificados. 

Ao entender qual o seu processo ideal para aprendizagem e quais questões precisa trabalhar mais fortemente, a escolha da técnica de ensino adequada fica mais simples.  

 

2. Leitura é essencial 

A leitura é muito importante para a formação de bons estudantes e profissionais acima da média. Esse é um hábito que precisa ser estimulado desde a infância, intensificado ao longo do Ensino Médio e, posteriormente, na vida adulta. 

Tenha em mente que saber interpretar corretamente os enunciados é meio caminho andado em uma prova. E, de maneira geral, a dificuldade que muitos estudantes apresentam no momento de interpretar textos é resultado de, entre outras questões, uma leitura desatenta e de pouco conhecimento na língua portuguesa.  

No entanto, esses pontos podem ser trabalhados por meio da leitura. Além de enriquecer ov vocabulário, ler auxilia no desenvolvimento das habilidades de escrita e interpretação de texto. E mais: fortalece a memória, estimula a criatividade e o senso crítico, entre inúmeros outros benefícios. 

 

3. Tenha organização 

Além de aproveitar ao máximo as aulas, será preciso um bom plano de estudos para dar conta de todo conteúdo sem sufoco – desde o primeiro ano. 

Para começar, tenha um ambiente propício aos estudos, tranquilo e sem distrações. Depois, organize um cronograma, determinando quantas horas por dia irá estudar e como fará a divisão por matérias. Uma boa dica é sempre priorizar as matérias que você tem mais dificuldades. 

Esse comprometimento fará toda a diferença no momento do vestibular ou, até mesmo, ao se inserir no mercado de trabalho no futuro. 

 

4. Foco nos simulados 

Os simulados têm papel similar, mas vão além. Mais do que avaliar o seu conhecimento sobre as matérias estudadas, eles possibilitam aos estudantes vivenciar o mais próximo possível de um dia de prova – seja Enem ou vestibular. 

Com a realização dos simulados ao longo do Ensino Médio, é possível, entre outros pontos, estabelecer estratégias de gerenciamento do tempo. O objetivo aqui é responder todas as questões com calma, mas dentro do tempo proposto. 

E quando o assunto é prova e gestão de tempo, o preparo psicológico conta muito, não é mesmo? Então quanto mais o aluno vivencia uma situação similar, mais sua mente entenderá aquele momento como rotineiro, minimizando a ansiedade. 

Mas para que os simulados cumpram a sua função, eles precisam ser efetivamente levados a sério. Portanto, dedique-se como se fosse dia de prova oficial. 

 

5. Resolva os exercícios propostos 

Seu empenho e dedicação são a chave principal para o seu progresso não só nas aulas, mas principalmente nos estudos extraclasse. 

Por isso, nunca busque apenas por atalhos. Uma dica simples e muito efetiva para os alunos do Ensino Médio é: resolva todos os exercícios propostos pelo professor. 

Desta forma, será possível avaliar se o conteúdo está claro na sua mente, quais são os pontos que ainda precisam ser melhor trabalhados em cada matéria e ajustar seu plano de estudos sempre que necessário. 

Lembre-se de anotar as dúvidas e conversar com o professor para um melhor direcionamento do seu processo de aprendizagem. 

Neste sentido, os exercícios auxiliam a fixar melhor o conteúdo trazido pelo professor. 

Estudar em casa: descubra como fazer e dicas para melhorar desempenho

Estudar em casa e sozinho não é uma tarefa fácil, exige foco, comprometimento e dedicação. As distrações são muitas e aquele famoso “vou dar só uma olhadinha nas redes sociais” facilmente se transforma em horas. Isso já aconteceu com você?! 

Pois saiba que é mais comum do que se imagina! A procrastinação é a grande vilã do estudo em casa, seja durante as aulas híbridas ou nas atividades extraclasse. Mas não precisa ser! Com um plano de estudos bem estruturado fica mais fácil se organizar para as horas serem bem aproveitadas. 

E para te orientar da melhor maneira, separamos algumas dicas que certamente vão te ajudar neste processo. 

 

1. Aumente sua concentração 

Um bom recurso para eliminar distrações e a aumentar a concentração é ouvir música durante o momento dos estudos. Sim, isso mesmo: música! 

A música tem um efeito relaxante no cérebro, o que garante mais foco e concentração no momento de se aprofundar no conteúdo passado pelo professor ou mesmo de realizar os exercícios. Talvez alguns barulhos da rotina possam te desconcentrar em algum momento ao estudar em casa.  

Em um estudo feito pelo Spotify com alunos ingleses, foram divulgados dados importantes sobre isso: nas provas, a média dos participantes que estudam ouvindo música clássica é cerca de 12% superior à média dos demais.  

Além de abafar o som ambiente que pode desconcentrar, a música tem um efeito relaxante no cérebro. E isso auxilia a aumentar o foco no momento de se aprofundar no conteúdo passado pelo professor ou mesmo de realizar os exercícios. 

 

2. Tenha uma rotina 

Rotina, em geral, não é uma palavra associada a algo muito atrativo, nós sabemos. Mas quando o assunto é concentração para estudar em casa, pode ter certeza que mantê-la bem estruturada vai fazer toda a diferença! 

Isso porque, além de auxiliar você a se comprometer com esse momento, a rotina vai ajudar o seu cérebro a entender que aquela é a hora dos estudos, facilitando o processo de aprendizagem ao estudar em casa. 

Então, para começar, organize a sua rotina. Isso envolve um cronograma completo, composto por horas de estudo por dia, divisão das matérias e períodos de intervalo – sim, a pausa também é essencial. 

Escolha um ambiente calmo, com boa iluminação, tranquilo e sem distrações. Organize o espaço de maneira a ser confortável para o momento do estudo, com seu cronograma e os recursos necessários sempre à mão. 

Desconecte-se das redes sociais ou de qualquer outro aparelho que possa te desconcentrar. 

 

3. Arrume sua postura 

Ao passar muito tempo em frente ao computador ou debruçado nos livros e cadernos, é normal não reparar na nossa postura. No entanto, esse é um ponto importante e que merece atenção, já que pode inclusive atrapalhar o seu rendimento. 

Quando a coluna não está reta, podem aparecer dores nas costas, às vezes nas pernas e até nos dedos e pulsos quando a digitação é constante. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a dor nas costas é uma das maiores queixas dos brasileiros, afetando 36% da população de forma crônica. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que 80% da população mundial sofrerá deste mal em algum momento da vida. 

Portanto, atenção redobrada, ok?! Uma boa dica aqui é lembrar de se alongar sempre que possível! Levantar da cadeira por alguns minutos e dar uma leve caminhada também pode ajudar. 

 

4. Dê uma pausa das telas 

Se você vai assistir a uma aula online, vai precisar de um computador ou celular. Isso é fato. Esse recurso pode ser utilizado também para facilitar a pesquisa, para encontrar conteúdos complementares e por aí vai., mas lembre-se de fechar as outras páginas e aplicativos – para não cair em tentação! 

Fora desses momentos, o ideal é evitá-las, incluindo celular e televisão. São distrações muito convidativas e que tiram o foco facilmente. Claro que nem sempre é possível manter esse foco 100% nos livros. Em alguns dias a atenção pode diminuir e, mesmo que você não deseje, a mente pode dar sinais de cansaço. Aí, nesses casos, será preciso sim respeitar o seu momento e dar uma pausa mais longa. E tudo bem! O importante é não tornar a pausa longa uma rotina. 

Na preparação para o vestibular, os conteúdos são muitos, por isso não é indicado deixar acumular. 

 

5. Tenha um tempo para você 

Reserve um tempo no dia para você, seja para colocar a conversa em dia com o amigo, assistir sua série favorita, praticar seu esporte favorito ou ler.  No final de semana principalmente! 

Evitar o estresse e o esgotamento é essencial nesta etapa de preparação para o vestibular. O corpo e a mente precisam de uma pausa e tudo que é em excesso, faz mal. Portanto, a palavra-chave é equilíbrio. 

Gostou das dicas? Então vamos estudar em casa! No Colégio Integração, nossos alunos estão sendo preparados de forma a potencializar seu processo de aprendizado rumo à tão sonhada vaga no curso escolhido! 

Método learn by doing: o que é?

Fazer e aprender para aprender fazendo.  Mais que um jogo de palavras, é um processo do ensino e da aprendizagem muito em voga. Aprender fazendo (learn by doing) é botar a mão na massa e ser agente ativo em seu processo de desenvolvimento intelectual. A ideia é que, por meio da prática, a experiência educacional possa ser mais relevante e interessante, estimulando e engajando os alunos pelo protagonismo da vivência prática.

O resultado esperado é a melhor compreensão e maior fixação dos conteúdos. Não é algo novo, mas apenas mais recentemente a inclusão dessa prática pedagógica ganhou espaço nas instituições de ensino.

Só para ilustrar, filósofos e educadores já defendiam essa ideia: Platão, Aristóteles, Rousseau, Montessori e Freinet são alguns expoentes. “Aprender Fazendo” é um termo criado pelo educador e filósofo John Dewey (1938). Ele reconhece no processo prático o caminho para potencializar as possibilidades e os resultados da educação, pelo envolvimento direto dos educandos nessa experienciação. Dewey também acredita que a educação experiencial, por meio de um processo de reconstrução e reorganização dos resultados das vivências, influirá positivamente nas experiências futuras.

Mais recentemente, em 1984, o teórico educacional David Kolb retoma e amplia o conceito de “aprender fazendo” de John Dewey. Em sua teoria, o Ciclo de aprendizagem de Kolb, ele descreve o processo de aprendizagem experiencial como um ciclo contínuo com quatro estágios. Agir (experiência concreta), refletir (observação reflexiva),  conceitualizar (conceitualização abstrata) e aplicar (experimentação ativa).

Enquanto John Dewey é reconhecido na educação de jovens (pedagogia), sinal dos tempos, David Kolb é considerado essencial na educação de adultos (andragogia). Inegavelmente, o reconhecimento dos dois americanos na academia e no mercado é notório. Dewey, mais em como auxiliar no processo de aprendizagem e, Kolb, pelo entendimento do comportamental humano ligado à aprendizagem.

 

Por que adotar o método nas práticas escolares? 

 

1. Relevância

Aprender fazendo, evidencia aos estudantes os papéis da teoria e da prática. O porquê  e o para quê  das “coisas”.  A explicação da aplicação prática das teorias torna mais compreensível o aprendizado. Também, as vivências preparam melhor os jovens para o mundo. Assim sendo, eles adquirem maior desenvoltura na hora de enfrentar desafios e resolver problemas.

 

2. Errar faz bem

O learn by doing é muito atual no quesito inovação. Uma premissa e princípio comuns a aprender fazendo e aos processos de inovação é que a curva de aprendizagem pode ser maior nos erros do que nos acertos. Aqui, se evidencia o papel fundamental dos professores, como mediadores e curadores dos conhecimentos e teorias. No mundo atual e no futuro, é essencial saber que se pode errar e falhar. O propósito dessa permissão é adquirir o conhecimento necessário para evitar, pelo menos, o mesmo erro ou falha no futuro. Esse é um processo criativo que resulta em alternativas criativas. Com toda a certeza, a escola é o espaço para isso tudo, para testar, errar, aprender e evoluir.

 

3. Interdisciplinaridade

Transitar em várias áreas do conhecimento é uma vantagem desse processo pedagógico. De tal sorte que abordar e buscar a resolução de problemas conectando e integrando várias disciplinas é um pretendido diferencial. Os resultados da vivência prática e resolutiva por meio de conhecimento transdisciplinar são aulas mais dinâmicas, de experiência estimulante e maior absorção e fixação de conteúdos.

 

4. Cooperação e colaboração

O futuro valoriza o trabalho conjunto. Então, saber cooperar e colaborar são habilidades fundamentais no presente e, muito mais, no futuro. Assim como, saber que o conhecimento tem mais valor quando é compartilhado. Aprender fazendo é experienciar o fracasso e transformá-lo em sucesso por meio da atuação integrada de todas as diferentes habilidades presentes em um grupo. É saber que a empatia é um desafio constante no processo de aprender, de conviver e de discutir soluções e alternativas com os colegas. A construção da autonomia e da independência de cada indivíduo anda junto e é resultado da vivência coletiva. Posto que o espírito de nosso tempo valoriza o desenvolvimento pessoal sem esquecer ou descartar o social, o espírito de coletividade e a diversidade e o respeito às diferenças.

 

5. Autoestima e confiança

Desenvolver um projeto desde a ideação até a realização prática tem repercussão no íntimo dos indivíduos e é, em si, um valor intangível. Sem dúvida, docentes e educandos experimentarão o aumento da autoestima e da confiança ao aprender fazendo. Como mensurar o aumento e a evolução das capacidades analítica, crítica e argumentativa; das habilidades de gestão de recursos e de pessoas e da criatividade? Como avaliar o desenvolvimento intelectual e pessoal gerados pela flexibilidade em se aventurar pelo desconhecido, pelo novo? Quais os benefícios para a vida dos educandos pela confiança e coragem demonstradas em momentos de exposição, tensão e pressão? Em resumo, são capacidades, habilidades, atributos, benefícios e atitudes difíceis de serem mensuradas. Contudo, importantes e propósitos de aprender fazendo.

Você conhecia esse método? Achou interessante? Conta pra gente!

Dicas para educação remota de crianças

Muito se tem falado de aulas remotas e em como elas têm ajudado os alunos dos ensinos Fundamental e Médio em tempos de pandemia. Mas e a Educação infantil? Como a educação remota de crianças pode ajudar nossos pequenos? Primeiramente vamos contextualizar e definir o que, afinal, é uma aula remota. É a denominação dada às aulas que, em meio a essa pandemia de Covid-19, são oferecidas de  forma não convencional, em função da impossibilidade da presença nas instituições de ensino. De forma padrão, as aulas remotas são realizadas por meio de vídeo chamadas.

 

O que é aula remota? 

Segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), aulas remotas oferecem a continuidade da escolarização por meio de recursos tecnológicos, só que a distância. As lições são encaminhadas às turmas pelos professores de cada matéria, no mesmo horário da aula presencial. Prática que tem garantindo o cumprimento do conteúdo programático previsto para cada disciplina.

O que difere do conceito de Educação a Distância (EAD), que é, via de regra, um formato de ensino e aprendizagem caracterizado como autoinstrucional com apoio pedagógico.

Contudo, a pandemia pegou o mundo de surpresa.

Nem todas as escolas e alunos contam com a eficiência e assertividade de aplicativos profissionais de comunicação e de gestão escolar. Então, também utilizam e-mails, redes sociais, WhatsApp etc. Esses são alguns dos canais que as escolas encontraram para continuar a escolarização dos alunos de forma não-presencial.

 

Dicas para atividades nas aulas remotas 

Estamos atravessando um momento no qual a educação sofreu uma alteração repentina e brusca.

Ainda não estamos totalmente prontos ou adequados à essa transformação, mas não devemos ficar passivos, ao contrário, devemos ser agentes dessa mudança, participando ativamente dela.

Não é fácil! Mas quebrar paradigmas também é o papel da educação, reinventando e reforçando a inter-relação da tríade educacional: a escola, o aluno e a família. 

Eis algumas dicas para facilitar as atividades durante a educação remota:

 

Câmera ligada para aproximar 

Para manter a proximidade do seu filho, professor e coleguinhas, é importante que a webcam esteja sempre “aberta”. Isso fortalece o laço afetivo com a turma e propõe interatividade, muito relevante para o aprendizado.

 

Ler é aprender 

A leitura é muito importante, por isso ler para seu filho é um hábito que faz muita diferença nos momentos atuais. Faça ele interpretar a história através de desenhos e depois contar e compartilhar com os outros coleguinhas de sala.

 

Meu nome é… 

Utilizar a letra do primeiro nome para representar objetos é uma ótima ideia para seu filho aprender melhor as palavras. Vale tudo, colagem, massinha de modelar ou recorte de revistas e jornais para representar.

 

Participe das atividades 

O momento é difícil, desgastante e desafiador. Porém, precisamos ter a consciência de que a participação e o envolvimento dos pais é muito importante ao longo do processo de ensino-aprendizagem das crianças desta etapa escolar; seja na educação presencial, seja na remota ou híbrida. Demonstre interesse com perguntas sobre as aulas, faça atividades junto sempre que possível, acompanhe a evolução do seu pequeno de pertinho. Nós estamos a postos!! Para ensinar e para ajudar!

 

10 livros para adolescentes lerem durante a pandemia

Nesse período de distanciamento social por conta da covid-19, o Colégio Integração traz algumas sugestões de leitura para adolescentes. Sempre é bom lembrar que ler é superimportante. É fato que a leitura é umas das maneiras mais rápidas e prazerosas para conhecer diferentes culturas, lugares e pessoas. Além disso, é uma forma de aprender sobre muitos temas presentes no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e em provas de vestibulares. Melhor dito:  ler permite estudar e, ao mesmo tempo, se divertir.

 

Abaixo listamos 10 livros interessantes para ler durante a quarentena. 

 

Memórias Póstumas de Brás Cubas: (Edição Original) por [Machado de Assis]1. Memórias póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis 

A obra foi escrita em 1881, e ainda se mantém presente nas leituras necessárias aos vestibulares. Com um enredo peculiar, o autor dá a palavra a um protagonista morto e, a partir do ponto de vista do personagem, o leitor acompanha suas memórias e se diverte com sua trajetória.

 

 

 

Tartarugas Até Lá Embaixo | Amazon.com.br2. Tartarugas até lá embaixo – John Green 

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido. A princípio, quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro. Um livro que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

 

 

 

Amazon.com.br eBooks Kindle: Bird Box: Caixa De Pássaros - Edição Especial, Malerman, Josh3. Bird Box – Josh Malerman 

A história se desenrola com Malorie e seus dois filhos pequenos tentando sobreviver em um mundo no qual abrir os olhos pode ser fatal. Até o momento em que uma misteriosa neblina atinge a região e Malorie toma uma decisão que adiou por muito tempo. Após quatro anos trancados, ela e as crianças fogem em um barco a remo na esperança de encontrar um lugar distante do surto que matou todos ao seu redor. De olhos tapados, os três encaram uma viagem assustadora rumo ao desconhecido.

 

 

Modernidade líquida | Amazon.com.br4. Modernidade líquida – Zygmunt Bauman 

As relações sociais da vida moderna são o ponto de partida para uma discussão conceitual e prática sobre os seguintes aspectos: as relações de trabalho; a relação sentimental entre os seres humanos; e as incertezas e as inseguranças vividas. Com certeza esse é um livro importantíssimo dentre os 15 livros para se ler durante a pandemia.

 

 

 

5. Vidas Secas – Graciliano Ramos 

O livro é um perfeito retrato do retirante nordestino. Assim sendo, a história de Fabiano e sua família, na companhia da cadela Baleia, é contada de uma forma que chama a atenção pela descrição das cenas, das passagens cruas e dolorosas enfrentadas pelo povo do sertão. Além, claro, da abordagem dos aspectos psicológicos de seus personagens.

 

 

 

O menino do pijama listrado | Amazon.com.br 6. O menino de pijama listrado – John Boyne 

A história é focada em Bruno, que tem apenas nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Ele também não faz ideia que seu país está em guerra com boa parte da Europa e, muito menos, que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Até que Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que, curiosamente, nasceu no mesmo dia que ele. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra. Sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

 

Livro: O MISTÉRIO DA CASA VERDE - Moacyr Scliar - Sebo Online Container Cultura 7. O mistério da casa verde – Moacyr Scliar 

Arturzinho e seus amigos decidem transformar a casa verde, um lendário casarão abandonado na cidade de Itaguaí, em um clube. Não apenas o local abrigara um hospício no século XIX, mas também inspirou Machado de Assis a escrever O alienista. Seja como for, no interior do casarão, os garotos percebem algumas coisas estranhas: o local está limpo e, aparentemente, alguém mora ali. Por conseguinte, para descobrir o que está acontecendo, os meninos terão de recorrer ao conto de Machado de Assis e, nele, encontrarão uma profunda reflexão sobre loucura, autoridade e poder.

 

8. O alienista – Machado de Assis 

Mais um livro dele, afinal é um autor essencial na literatura. Após conquistar respeito em sua carreira de médico na Europa e no Brasil, o Dr. Simão Bacamarte retorna à terra-natal, Itaguaí, para se dedicar ainda mais à profissão. Depois de um tempo na cidade, se casa com a viúva D. Evarista, uma mulher por volta dos 25 anos que não era nem bonita nem simpática. O médico a escolheu por julgá-la capaz de gerar bons filhos, mas acabam não tendo nenhum. Dr. Bacamarte se dedica aos estudos da psiquiatria e constrói um manicômio chamado Casa Verde, para abrigar todos os loucos da cidade e região. Em pouco tempo, o local fica cheio e ele fica cada vez mais obcecado pelo trabalho. No começo os internos eram realmente casos de loucura e a internação aceita pela sociedade. Mas, em certo momento, Dr. Bacamarte passa a enxergar loucura em todos e a internar pessoas que lhe causavam espanto.

 

9. A megera domada – William Shakespeare 

Lucêncio, filho de um rico comerciante de Pisa, chega a Pádua para estudar na universidade, mas logo se apaixona por Bianca, filha caçula de um rico mercador e que já tem dois pretendentes. Enquanto isso, Batista Minola, o pai de Bianca, decide que ela só se casará depois da filha mais velha, Catarina, que é considerada uma megera e, por isso, não tem nenhum pretendente. Logo depois, Petrúquio chega a Pádua decidido a se casar com uma moça bem rica para aumentar sua fortuna. Depois de fingimentos, trapaças e trapalhadas, Catarina e Petrúquio se casam e a ex-megera faz um discurso em que defende que as mulheres devem amor, doçura, fidelidade e obediência a seus maridos, que são seus amos e senhores.

 

Sapiens - Uma Breve História da Humanidade | Amazon.com.br10. Sapiens – Uma breve história da humanidade – Yuval Noah Harari 

O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? Certamente, nossa capacidade imaginativa. Aliás, somos a única espécie que acredita em coisas que não existem na natureza, como Estados, dinheiro e direitos humanos. Partindo dessa ideia, Yuval Noah Harari, doutor em história pela Universidade de Oxford, apresenta uma perspectiva inovadora para explicar o mundo e o ser humano. De tal sorte, afirma que o capitalismo é a mais bem-sucedida religião; que o imperialismo é o sistema político mais lucrativo; que nós, humanos modernos, embora sejamos muito mais poderosos que nossos ancestrais, provavelmente não somos mais felizes… Com certeza, um relato eletrizante sobre a aventura de nossa extraordinária espécie: de primatas insignificantes a senhores do mundo.

 

Você conhecia ou já leu algum desses livros? Curtiu? Qual deles você vai ler novamente?

Aproveite as sugestões e lembre-se: ler é o ato de aprender por meio da imaginação.

Qual o papel da escola no desenvolvimento das competências socioemocionais?

Ainda que existam incertezas sobre a modalidade de ensino possível (presencial, remota ou híbrida) durante a pandemia do coronavírus, de uma forma ou outra, o processo de ensino-aprendizagem precisa ter continuidade. O papel da escola no desenvolvimento das competências socioemocionais é compartilhado com as famílias e tem como objetivo potencializar a capacidade de aprendizado dos estudantes, especialmente no cenário e contexto atuais, onde aprender a lidar com os desafios cotidianos de forma emocionalmente equilibrada ganha maior relevância.

As habilidades socioemocionais colaboram com desenvolvimento das competências, possibilitando o trabalho com as emoções e os sentimentos de forma geral. Na escola é onde encontramos o momento e o espaço adequados para práticas importantes que exploram as diversas experiências vividas por cada aluno , tais como:  

  • Contar histórias; 
  • Compartilhar talentos; 
  • Promover aulas e oficinais, rodas de conversas sobre sentimentos, perdas, empatia e análise de comportamento de si; 
  • Incentivar e oportunizar ações sociais, voluntárias e solidárias; 
  • Espaço para desenhos e autorretrato. 

Todas essas atividades são propostas como parte de um projeto psicopedagógico que envolve aulas, troca de experiências entre os profissionais, apoio dos pais e muita dedicação e criatividade por parte dos professores

 

Qual o papel da escola nesse processo? 

Acolhimento é a palavra da vez para este ano letivo. A atenção direcionada à fragilização sócio emocional dos tempos de hoje, por conta da pandemia, é fundamental para o papel da escola no progresso pedagógico de toda a comunidade escolar.

Considerar e se questionar sobre como cada aluno absorveu os conteúdos disciplinares ao longo de 2020 é essencial, afinal a escuta ativa é um caminho e uma prática necessária para conhecer e atender às demandas futuras do processo de ensino-aprendizagem, coletivas e individuais.

Nesse sentido, saber quem são, como estão e qual o contexto social e familiar que estão vivendo traz clareza para compreender a perspectiva individual de cada estudante, contribuindo de forma relevante para o alcance dos objetivos pedagógicos.

Para saber mais sobre como o Colégio Integração atua no desenvolvimento das competências socioemocionais de seus alunos, conheça o LIV – Laboratório de Inteligência emocional. O programa de educação sócio emocional adotado pela escola para auxiliar o aluno a lidar com seus sentimentos e desenvolver diversas habilidades.

A música pode te ajudar nos estudos: Saiba como

Embora  quem diga que a música tira a atenção do que realmente importa, a verdade é que o som certo pode ajudar no momento de realizar tarefas que exigem concentração, como é o caso dos estudos.  Se você é uma dessas pessoas que passaria horas e horas escutando música sem parar, saiba que é possível (e indicado) aliar a música aos estudos.  

Muitos educadores já entendem que esse hábito é benéfico e pode fazer parte do plano de estudos dos alunos sem problemas. A música tem um efeito relaxante no cérebro, o que garante mais foco e concentração no momento de se aprofundar no conteúdo.  

E o resultado aparece de maneira natural. Recentemente o Spotify realizou um estudo com alunos ingleses, que mostrou que aqueles que estudavam ouvindo música clássica podem ter melhor desempenho de aprendizagem. Nas provas, a média desses estudantes foi cerca de 12% superior aos demais.  

 

Mas como estudar ouvindo música? 

Estudar com música ajuda sim, como já dissemos ali em cima, mas desde que ela não seja tão alta, não incomode e não tire o seu foco. Se tiver barulho demais, batidas em excesso ou até mesmo aquela letra que você não consegue ficar sem cantar, esquece! No entanto, você pode descobrir qual estilo musical vai aumentar a sua concentração, o ideal é ir testando.  

A música clássica é a queridinha por muitos estudiosos, já que favorece a atividade cerebral e a memorização, mas isso não quer dizer que será ideal para você também. Afinal, se você estiver escutando algo que não te agrada, as horas de estudo podem se tornar em um momento desagradável e o resultado não será positivo.  

A dica, como dissemos, é buscar opções mais instrumentais, já que músicas com letras têm maiores chances de atrapalhar no momento da leitura. O objetivo é ajudar na concentração e não ao contrário!  

 

Crie sua playlist 

Agora que você já identificou qual estilo encaixa melhor na sua rotina de estudos, que tal criar sua playlist? Inclusive, vale pensar em ter uma playlist para cada área de conhecimento.  

Por exemplo, no Spotify há várias playlists pensadas justamente para quem deseja aumentar a concentração na hora das tarefas. Para pesquisar, é só procurar por termos como “concentration”, “study” ou “focus”.  

Se preferir, no Youtube você também vai encontrar boas opções.  

 

Conheça outras playlists 

Se você prefere começar com seleções que já foram testadas e aprovadas, existem algumas playlists famosas no Spotify entre os estudantes. Selecionamos 3 para você conhecer:  

 

Nature Sounds 

Essa é para quem precisa relaxar e ter bom desempenho nos estudos. Os sons da natureza cumprem esse objetivo: reduzir os níveis de estresse da mente. O barulho da chuva caindo, pássaros, ventania… a ideia é se conectar com o meio ambiente. Se interessou?Clique aquipara conferir a playlistNatureSounds.  

 

Intense Studying 

Que tal o “efeito Mozart”? Estudos feitos pelo pesquisador Gordon Shaw, neurobiólogo, demonstraram que ao ouvir as músicas de Mozart é possível registrar melhoria no desempenho das tarefas mentais. Isso vale não só para Mozart, mas para a clássica em geral, por isso a playlist traz ainda outros músicos como Chopin e Bach.Acesse a playlist Intense Studyingaqui. 

 

Concentração Perfeita 

Essa lista de músicas foi preparada pela própria equipe do Spotify, pensando em quem precisa eliminar distrações. Na playlist tem músicas instrumentais modernas que ajudam a aumentar a concentração. São 4 horas de Concentração Perfeita, como o próprio nome sugere. Para acessar, clique aqui. 

 

Estudar com música ajuda sim! 

Agora que você já sabe os benefícios de estudar com música, aproveite essa técnica para melhorar seu desempenho! Mas não esqueça de que a ideia é ter foco e concentração, então nada de escolher estilos que certamente vão fazer você dispersar.  

Vamos começar? Escolha sua playlist e dê play nos estudos!  

7 sinais de que seu filho pode ser uma criança hiperativa

Pode ser um tanto desafiador cuidar de uma criança que nunca para e que está sempre atenta a alguma atividade diferente da proposta. Muitos pais ficam com dúvidas, pensando que podem estar educando seu filho de forma “errada”. Mas, talvez, a fonte dessa inquietude seja um dos assuntos mais buscados, estudados e discutidos no mundo da educação: a hiperatividade.  

De acordo com dicionários, hiperatividade é o excesso de atividade que se manifesta de variadas formas. Consiste, basicamente, em comportamento fora do comum, que se caracteriza pelo excesso de atividade motora, déficit de atenção, descontrole, entre outros. Também conhecido como “transtorno de déficit de atenção com hiperatividade”, TDAH, estima-se que atinge de 3% a 6% da população mundial, segundo o  Ministério da Saúde.  

Já parou para pensar que seu pequeno também pode ser uma criança hiperativa? A fim de esclarecer suas dúvidas, listamos 7 principais sinais que podem apresentar um quadro de hiperatividade motora ou mental.  

 

1. Se cansa com facilidade 

É bastante comum ver crianças começando algum jogo e ficando sem paciência para terminar ou parando de assistir a algum desenho sem que a história tenha acabado.  

Hoje em dia, a quantidade de distrações e informações no mundo moderno contribui sim para esse comportamento. Os dispositivos móveis e a cultura do imediatismo levam uma criança hiperativa a dispersar com frequência, independentemente da tarefa.  

Para ajudar a desenvolver o senso de finalização, procure estimular brincadeiras curtas com começo, meio e fim, como jogos de tabuleiro.  

 

2. Tem problemas com disciplina e organização 

É natural que crianças não tenham senso de organização apurado, o que irá desenvolver durante seu crescimento. Mas se você perceber que, mesmo com todo o seu esforço, seu filho não consegue seguir regras de organização e ser disciplinado, isso pode ser um indicativo de hiperatividade.  

Para melhorar a situação, procure inserir tarefas mais rápidas e fáceis em seu dia, e parabenize-o sempre pelo esforço em cumpri-las, trabalhando sua confiança e evitando sensação de nervosismo ou ansiedade.  

 

3. Muita impulsividade 

Qualquer ida ao supermercado pode ser mais cansativa que uma maratona, e uma simples ida ao parque para brincar, vira uma guerra. Conseguiu se enxergar nessas situações?  

Uma criança hiperativa reage com muito ímpeto a qualquer conflito, podendo ser difícil manter uma vida social. Ainda que pequeno, incômodos, barulhos, empecilhos, dificuldades, são sempre valorizados pela criança hiperativa, e por isso pode ser tão difícil para ela se socializar.  

Nessas ocasiões, seja compreensivo com ele e torne-se um exemplo, mostrando sempre a importância de ter paciência e comolidar com as pessoas. 

 

4. Dificuldade na escola 

Os três sintomas anteriores já mostram como é difícil para uma criança hiperativa se concentrar em atividades naturais. Agora, imagine o desafio que é ficar mais de 4 horas sentado em uma sala de aula, olhando para a lousa.  

A criança hiperativa, por mais esperta, inteligente e criativa que seja, terá o esforço redobrado para acompanhar os outros amiguinhos.  

Além disso, embora tenham notável inteligência, podem ter problemas ao se organizar e estudar, fazendo com que suas notas em classe não alcancem o resultado desejado ou que tenham uma queda em determinada fases.  

Manter contato com os professores e acompanhar de perto o desempenho do pequeno é a principal forma de descobrir quaisquer problemas em sala de aula que possam indicar hiperatividade.  

 

5. Distração com estímulos recebidos 

A criança hiperativa está sempre à procura de novas aventuras e estímulos, por isso, qualquer ambiente novo pode ser uma atração ao tato. É comum o impulso de tocar e mexer nos objetos que despertem sua atenção e demonstrar alguns tiques nervosos em seus movimentos motores.  

 

6. Dificuldade ao lidar com emoções e situações de estresse 

Uma criança hiperativa tem mais dificuldade para assimilar algumas condutas sociais e pode não filtrar adequadamente aquilo que fala, sendo bastante movida pela impulsividade.  

O indicado é incentivar a prática de atividades lúdicas em que precisem conviver com mais pessoas e fomentar a imaginação. É preciso perceber o quanto algumas atividades físicas e também socioeducativas como o teatro, a música ou o convívio com algum animal de estimação contribuem para que elas se acalmem e favorecem o controle natural de suas emoções.  

 

7. Apresenta problemas para dormir 

As consequências dos outros sintomas que citamos podem decorrer de alterações no ciclo do sono.  

Sem a tranquilidade necessária para o descanso do corpo, a criança com TDAH poderá ter alterações de humor bruscas, por exemplo, criando ainda mais dificuldade para dormir. O recomendando a ela é que inclua em sua rotina a prática de atividades físicas, a fim de promover seu bem-estar, o bom funcionamento do seu organismo e de regular seu ritmo circadiano.  

É importante lembrar que os sinais apontados, quando aparecem de forma isolada, podem significar somente que sua criança está aberta para a vida, querendo brincar e se divertir, num mundo que oferece muitas situações atrativas.  

Esteja atento e observe. Ao considerar que por apresentar sinais relacionados com TDAH, seu filho está sofrendo, tendo algum tipo de prejuízo social ou comprometimento no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, busque a avaliação especializada de um profissional.  

E lembre-se: A tranquilidade do seu filho começa pela sua tranquilidade!   

Qual a importância de contar histórias na educação infantil?

A atividade de contar histórias é uma forma lúdica de transmissão de conhecimentos e um poderoso estímulo à imaginação,atuando como importante aliada da educação infantil.  

É uma das maneiras mais antigas de difusão de valores tidos como necessários para o estabelecimento de uma convivência harmoniosa entre os humanos. Assim, mais do que uma ação educativa prazerosa, ela proporciona aos pequenos uma compreensão alargada do mundo, facilitando as interações e até o entendimento das próprias emoções.  

Para saber mais os benefícios de contar histórias e como introduzi-la no dia a dia, continue a leitura!  

 

Quais os benefícios de contar histórias? 

Contar histórias assume um lugar de grande importância para a educação infantil e não há dúvidas que a atividade é bastante animada, prazerosa e divertida, transformando o âmbito educativo, uma vez que favorece o desenvolvimento cognitivo, físico e socioemocional das crianças.  

Mas além desses, existem muitos outros benefícios e a seguir vamos explicar cada um deles.  

 

Estímulo à expressão 

Ouvir histórias não é um ato puramente receptivo, muito pelo contrário, nós reagimos a elas de diversas formas. Provocando formas individuais de expressão, reação e observação do mundo. É fundamental que a contação de história se transforme em um espaço de troca, de compartilhamento.  

 

Transmissão cultural 

A oralidade é uma das ferramentas mais antigas de transmissão de cultura, conhecimento e experiências entre as gerações e são elementos que mantêm vivas as tradições e os costumes de cada grupo. Ter referências culturais permite a orientação da criança no mundo e na construção de suas próprias identidades.  

 

Incentivo à leitura 

Aqueles que ouvem histórias costumam se interessar mais e se tornar leitores vorazes! A leitura é muito valiosa no processo formativo dos indivíduos, já que amplia o vocabulário, colabora no desenvolvimento de habilidade socioemocionais e estimula a curiosidade, a imaginação, o raciocínio abstrato e a criatividade.  

 

Aprendizado de diferentes linguagens 

A contação de histórias permite o contato com diferentes linguagens e maneiras de contar um mesmo acontecimento. A articulação entre corpo, voz e recursos cênicos possibilita o alargamento do imaginário e dos sentidos, assim como ajuda na interpretação textual. Por ser uma prática interativa, exige a participação das crianças na construção da narrativa.  

Por fim, se esse assunto despertou o seu interesse e você gostaria de saber um pouco mais sobre a importância de contar histórias na educação infantil, entre em contato com a gente para juntos, construirmos essa história!