Como é o processo de aprendizagem das crianças

Como é o processo de aprendizagem das crianças

A aprendizagem é um processo constante, contínuo e evolutivo que começa no próprio nascimento e se estende por toda a vida. Estamos sempre adquirindo conhecimentos, habilidades, comportamentos e valores. 

É na infância, contudo, que a aprendizagem torna-se mais importante do que em qualquer outra fase. Nesse momento, o processo de aprendizagem acontece em função das interações da criança com o novo ambiente, das experiências trocadas com as pessoas ao seu redor, da observação e do estudo. 

Apesar de pais e educadores trabalharem constantemente no ensino e educação das crianças, é fato comprovado em pesquisas que nem tudo o que é ensinado é realmente aprendido. Do mesmo jeito que existem coisas que, mesmo sem que sejam ensinadas, as crianças aprendem. 

Isso mostra que, na infância, o aprendizado muitas vezes não é um processo direto. Ele precisa ser estimulado com o entendimento correto do que é realmente atrativo e desafiador para cada criança, de forma individual. 

Por isso, é importante estimular o processo de aprendizagem na infância. Entre outros motivos, para que o indivíduo se habitue a essa relação de aprendizagem ao longo da sua vida. Veja a seguir algumas dicas para incentivar o aprendizado da criança: 

1. Comece cedo, mas com equilíbrio. 

As crianças podem receber estímulos em todos os momentos, inclusive quando ainda são bem bebês. Mas é importante saber dosar para não cometer exageros e acabar desmotivando os pequenos. No começo da vida, o estímulo lúdico é o mais indicado, pois ele garante maior motivação e enriquece o processo de aprendizagem

Essas brincadeiras são na verdade um poderoso aprendizado que ajuda as crianças a desenvolverem a linguagem, a atenção, a expressão corporal e a espontaneidade. 

Algumas sugestões criativas são: jogos educativos como quebra-cabeça e jogo da memória, para a memorização e o raciocínio; leitura de livros de diversos estilos, para a fala e a escrita; e atividades musicais e dramatizações, para a imaginação. 

2. Entenda o aprendizado como um processo contínuo e integrado. 

O processo de aprendizagem envolve aspectos formais e informais. Isso significa que estamos a todo instante aprendendo, seja em casa ou no ambiente profissional. Com a criança acontece o mesmo, a aprendizagem na escola vai além da sala de aula e do modelo tradicional de ensino. 

No ambiente escolar, principalmente, a criança desenvolve seus comportamentos e habilidades influenciada pelos aspectos sociais em que se relaciona, pelo ambiente emocional em que vive e pelo nível de intelectualidade ao qual é submetida. Nesse aspecto, as habilidades socioemocionais estão integradas na aprendizagem dos conteúdos apresentados pela escola. 

3. Aposte na tecnologia como ferramenta do processo de aprendizagem. 

Não podemos falar em processo de aprendizagem sem levar em consideração as diversas tecnologias que fazem parte do nosso dia a dia. Ao contrário do que algumas pessoas acreditam, o fator tecnológico pode influenciar positivamente o desenvolvimento das crianças. 

Isso porque a utilização das ferramentas tecnológicas com moderação e supervisão, limites e direcionamento do que deve ser visto pode contribuir para estimular a imaginação e proporcionar os primeiros contatos com a língua escrita, o que ajuda a criar o hábito de ler e pesquisar desde a infância. 

Apresentamos alguns dos fatores que ajudam a compreender e estimular o processo de aprendizado da criança. Se você gostou desse artigo e quiser saber mais, inclusive como a escola pode participar de forma ativa o processo, fale com a gente.  

Como escolher qual a melhor escola para seu filho?

A escolha da escola, em qualquer fase do aprendizado, é uma decisão que exige algumas ponderações. Principalmente o Ensino Infantil, momento em que um novo mundo se abre para a criança, num espaço além da casa e com pessoas completamente desconhecidas.  

Antes de falarmos sobre a escolha em si, é importante frisar que não há uma regra fixa para decisão certa ou errada. Porque dependem de fatores como as necessidades da família, valores pessoais e até mesmo orçamento doméstico. Portanto, o que vamos apresentar não são regras e sim dicas que podem ajudar você a se decidir pelo melhor caminho. 

1. O tempo na escola. 

Um dos primeiros pontos a ser considerado é o período pelo qual a criança vai ficar na escola: meio período, semi-integral, integral ou flexível. A decisão vai variar para se adequar com a idade da criança e os tempos de trabalho dos pais. O primeiro fator diz respeito à autonomia da criança, se ela ainda está usando fraldas, se ela se comunica bem, sua alimentação e até mesmo seu ritmo, como o tempo da soneca diária.  

2. O discurso na prática. 

Muitas vezes, o primeiro contato com a escola é virtual, pelo site e redes sociais, ou por indicação de amigos. É importante que o discurso seja comprovado na prática, quando você for visitar a escola. Repare as relações que acontecem, entre pessoas, ambientes e materiais. As interações entre os alunos e os professores e funcionários.  

3. O seu orçamento doméstico. 

Em primeiro lugar, é importante reforçar que mensalidade cara não significa a melhor escola, muito menos significa a melhor escolha. É essencial, antes da escolha, fazer as contas de quanto você pode investir mensalmente na educação dos seus filhos, levando em consideração também os custos com lanches e, eventualmente, transporte escolar. Saber como a escola lida com imprevistos em caso de perda de emprego e com a sua política de descontos e bolsas também é válido. 

4. O ambiente escolar.  

Os espaços da escola refletem o projeto pedagógico. O tipo do imóvel, se ele é prédio ou casa, a sua estrutura bem como suas divisões de salas, pátios, banheiros e cantina, além da acessibilidade, revelam se a escola está preparada para cuidar educando. É interessante escolher um lugar que acolha os movimentos livres das crianças, principalmente as pequenas. Um local planejado para incentivar as descobertas e desenvolver as habilidades, inclusive ao ar livre e em contato com a natureza.  

5. Segurança. 

Este ponto é um dos mais questionados na primeira visita à escola. Normalmente, na primeira visita, os pais já fazem uma “varredura” em busca de sinais de perigo que a escola pode oferecer. É importante não confundir segurança com excesso de zelo. Pergunte para a escola qual é o procedimento em situações de acidente com a criança, ou de uso de medicação, por exemplo. Ou como a escola orienta as famílias quando surge uma doença contagiosa entre os alunos. Isso é muito importante nos tempos conturbados que estamos vivendo.  

Se você gostou desse artigo e está procurando uma escola para seu filho, conheça o Colégio Integração, nossa proposta pedagógica, ambientes e cuidados. Comprove na prática que será uma ótima escolha. 

Qual o aprendizado que as crianças tiraram da pandemia?

A pandemia do coronavírus chegou e em pouco tempo transformou a vida de todos, em todo o mundo. Sem aviso prévio, tivemos que lidar com situações inusitadas como comércio fechado, aulas presenciais canceladas e quarentena.  

A vida virou de cabeça para baixo e pegou a todos nós de surpresa. Se para os adultos as mudanças afetaram a rotina de maneira drástica, imagine no dia a dia das crianças. 

Ainda é muito cedo para saber quando, e se, tudo voltará ao normal, como era a vida antigamente. No entanto, podemos tirar alguns ensinamentos desse novo e desafiador cenário. O aprendizado da pandemia serve principalmente para as crianças, pois são elas que irão viver mais intensamente o chamado “novo normal”.  

1. A empatia e a solidariedade são valores poderosos. 

A realidade da pandemia trouxe à tona a importância do coletivo. O mundo inteiro se voltou para o mesmo inimigo: o vírus. Para combater esse adversário em comum, foi preciso reforçar o sentimento de empatia, com todos seguindo e respeitando as regras do isolamento. Além disso, a solidariedade também ganhou força. Uma onda de ações por parte das empresas para ajudar os mais necessitados inspirou as pessoas a fazerem o mesmo, pois a quarentena afetou a economia e muitos perderam seus empregos e renda. 

2. Os encontros devem ser valorizados. 

Antes da pandemia, acontecimentos como almoçar na casa dos avós, encontrar os amigos e reunir a família em uma festa de aniversário poderiam ser muitas vezes corriqueiros. Com a pandemia e as regras da quarentena, aprendemos a olhar esses momentos de outra forma. O fato de não podermos encontrar as pessoas que tanto gostamos fez-nos perceber que os encontros tinham perdido um pouco do seu valor. Agora vemos, principalmente as crianças, que cada encontro traz significado à vida e deve ser valorizado. 

3. Olhar para a saúde precisa ser uma prática constante. 

Um dos reflexos imediatos dessa crise mundial de saúde pública é o aumento da preocupação com a saúde. A importância de uma vida saudável, com exercícios físicos e alimentação equilibrada ganhou força. Mas isso não acontece da noite para o dia. É uma hábito diário que as novas gerações já estão adotando.   

4. A importância dos hábitos de higiene. 

A pandemia nos ensinou que lavar as mãos com água e sabão não é tão simples como muitos achavam. Aprendemos que lavar bem as mãos ajuda a combater não só o coronavírus, mas também muitas outras doenças contagiosas. As crianças, em especial, estão entendendo a importância de cultivar bons hábitos de higiene e que essa atitude ajuda a salvar vidas. 

5. O consumo consciente veio para ficar. 

Até bem pouco tempo atrás, grande parte da população não tinha o costume de refletir sobre de onde vêm os produtos que consomem, quem ganha com isso e questões do tipo. A atual realidade da pandemia chamou a atenção para os pequenos negócios e comércios locais. Percebemos que, ao consumir dos menores, ajudamos a fomentar o desenvolvimento local. Afinal, numa crise os grandes conseguem sobreviver, mas os menores não. 

Adquirimos o costume de refletir sobre essa questão. Comprando produtos do comércio do bairro ou de um profissional autônomo, estamos fazendo girar a roda da economia, tão importante hoje e no futuro. 

A importância da família na escola

A educação de crianças e adolescentes não é responsabilidade exclusiva da escola, tampouco da família.

Um aspecto importante para entender esse tema tão complexo é compreender que uma formação que permite o desenvolvimento integral deles, considerando suas dimensões física, emocional, intelectual, social e simbólica, deve contar com a união de atores corresponsabilizados pela educação. 

A partir desse pensamento, no âmbito do aprendizado acadêmico, é possível ver a família como uma parceira em potencial da escola, colaborando e participando do planejamento, da gestão e das práticas educativas.  

A parceria entre família e escola, portanto, é um dos principais elementos para o sucesso da educação. Quanto mais em sintonia pais e escola estiverem, mais pleno e seguro será o desenvolvimento da criança e do adolescente.  

É comprovado que a participação dos pais no ambiente escolar traz segurança aos educandos. Eles se sentem acolhidos, encorajados e responsáveis por seus atos, pois estão sendo observados de perto.  

Percebendo que os pais e os familiares estão interessados em sua rotina de aprendizado e nas experiências que adquire na escola, o estudante se sente protagonista da sua história. Essa percepção melhora sua autoestima e estimula seu desenvolvimento

Contudo, o dia a dia e as longas jornadas de trabalho podem comprometer a atuação presente dos pais na rotina estudantil dos filhos. Nesse caso, é preciso redobrar os esforços, focar na organização e no planejamento para conseguir o tempo necessário à proximidade com a vida escolar das crianças.  

É importante lembrar que acompanhamento não significa cobrança. O aluno deve se sentir estimulado, motivador e prestigiado, não cobrado, para evoluir de forma prática e agradável em seu contexto de aprendizagem. 

Outro fator essencial para o bom entendimento entre as partes é a família confiar na proposta pedagógica da instituição onde seus filhos estudam diariamente. Por sua vez, a escola deve cumprir as diretrizes pedagógicas estabelecidas, cobrando envolvimento e participação dos responsáveis. 

Para reforçar a importância da família na escola, incentivando essa parceira, aqui vão algumas dicas: 

1. Acolher os pais e responsáveis. 

Para que a parceria seja eficaz, a escola deve acolher pais e responsáveis no ambiente educacional. O bom relacionamento deve ser trabalhado constantemente.  

2. Disponibilizar canais eficientes de comunicação. 

A tecnologia cada vez mais presente tem contribuído bastante para criar e manter canais eficientes de comunicação entre pais e escola. Eles permitem a troca de informações e ideias com muito mais agilidade, favorecendo o acompanhamento e o processo de aprendizagem.  

3. Investir na confiança.

Toda parceria, para dar certo, exige confiança. A família precisa entender seu papel e acreditar na proposta da escola, para que as orientações de ensino e o cumprimento das regras sejam seguidos pelos alunos de maneira serena e sem interferências.  

4. Estimular a criatividade pedagógica. 

Escolas que buscam formas alternativas e criativas de ensino são mais valorizadas pelos pais. Inclusive, eles se sentem mais dispostos a participar. Ações e propostas educacionais que cativam os alunos tendem a aproximar ainda mais gestores, professores e pais, fortalecendo o diálogo e a evolução das crianças.  

5. Aceitar e crescer com as críticas. 

Críticas construtivas ajudam a fortalecer a relação entre família e escola na busca de soluções conjuntas. Por isso, devem ser encaradas como colaboração, afinal, todos estão focados no mesmo objetivo: a educação plena do aluno.  

Se você gostou desse artigo e está procurando uma escola para seu filho, conheça o Colégio Integração. Veja como nós podemos criar uma saudável parceria para a educação do seu filho.