Como ajudar meu filho a escolher a profissão? Saiba como

Como ajudar meu filho a escolher a profissão? Saiba como

A escolha profissional é uma etapa importante na vida de estudantes que estão no seu último ano escolar. Quanto antes essa decisão for tomada, melhor para o futuro vestibulando, afinal, saber exatamente qual profissão seguir pode diminuir o sentimento de dúvida e o estresse pré-vestibular.

Se você quer ajudar o seu filho na escola da profissão, é importante que entenda qual é o papel da família nesse processo. Confira algumas dicas sobre o que os pais podem fazer e o que devem evitar nessa matéria.

Como posso ajudar meu filho na escolha da profissão?

Ajude-o a desenvolver o autoconhecimento

Para tomar uma decisão acertada, é fundamental que o estudante considere seus objetivos acadêmicos, profissionais e pessoais, além dos seus interesses e habilidades. Por isso, a autorreflexão é fundamental no processo de escolha da carreira, de modo que, depois de avaliar todos esses aspectos, o estudante terá mais confiança para decidir sua profissão.

Os pais são fundamentais para o filho desenvolver o autoconhecimento. Isso porque é comum que surjam conversas sobre as preferências do estudante no ambiente familiar. A família deve aproveitar esses momentos para ouvir o filho e, posteriormente, desenvolver atividades que o estimule a descobrir as carreiras ligadas aos seus interesses e habilidades.

Os pais podem começar com atividades mais simples, como propor brincadeiras que ajudem o filho a refletir sobre suas preferências e competências, como um quiz, por exemplo. Conforme o estudante se desenvolver, a família também pode incentivá-lo a participar de workshops de profissões, a buscar orientação profissional e a desenvolver um projeto de vida para ajudá-lo na definição da carreira.

Além disso, é importante que os pais acompanhem a vida escolar do filho, auxiliando-o com os estudos em casa. Nesses momentos, é possível observar quais são as afinidades dos estudantes com as áreas do conhecimento – Biológicas, Exatas e Humanas. Isso lhe permitirá fazer um recorte de possibilidades de carreira alinhadas com o perfil do seu filho.

Estimule a descoberta, interesses e habilidades

As brincadeiras e os jogos preferidos das crianças podem indicar preferências que ajudarão a definir a carreira no futuro, assim como os hobbies no caso dos adolescentes. Por isso, estimule o estudante a participar das atividades extracurriculares oferecidas pela escola que estejam alinhadas aos seus interesses.

A participação nas atividades extraclasse contribui para uma formação mais completa, eleva a autoconfiança, melhora o rendimento escolar, aumenta a disciplina, promove o autoconhecimento, desenvolve a capacidade de trabalhar em equipe, o senso de responsabilidade e a proatividade. E esses benefícios acompanharão o estudante durante toda a vida, inclusive facilitando sua entrada no ensino superior e no mercado de trabalho.

Auxilie-o nas pesquisas sobre os cursos e as profissões

É hora de pesquisar opções de curso e de carreira! Junto ao seu filho, busque mais informações sobre as principais atividades, as áreas de atuação, o mercado de trabalho e as melhores graduações em guias de carreira.

Além disso, os pais devem incentivar o filho a pesquisar casos de sucesso de estudantes que já estão nas faculdades pretendidas. Outra dica é visitar profissionais da área em seus locais de trabalho para que seu filho avalie os pontos positivos e negativos da carreira pretendida.

Vale destacar que cada profissão possui diferentes frentes de atuação, o que amplia as possibilidades do estudante. Mas a decisão quanto à área de especialização dentro de uma determinada carreira não precisa ser precipitada, pois o estudante pode descobrir caminhos diferentes durante a graduação e redirecionar sua carreira de acordo com novos interesses que surgirem.

Respeite a decisão do seu filho

Respeitar e apoiar o interesse do filho é a primeira etapa para o sucesso dele. Ao impor uma carreira, os pais estabelecem como verdade que o estudante vai ser bem-sucedido ao trilhar determinado caminho, sem que esse sentimento seja compartilhado pelo estudante. É importante respeitar a vontade do filho, pois essa é a chave para que ele se mantenha motivado a se desenvolver do ponto de vista acadêmico, profissional e até financeiro.

Os pais devem incentivar o filho a manter uma dedicação constante aos estudos, desenvolvendo-se por meio de cursos de especialização, mestrados, doutorados e até uma segunda graduação a fim de complementar a sua formação. Isso porque o mercado de trabalho exige que os profissionais sejam bastante ecléticos. Por essa razão, um curso que, inicialmente, possa parecer estranho para os pais pode colaborar para que o filho tenha uma carreira de sucesso.

E o apoio da família deve estar presente durante todo o ciclo escolar e a preparação para o vestibular. Ajudar na preparação de um local de estudo adequado, na elaboração de um bom plano de estudos e incentivar a manutenção do foco com disciplina e motivação são algumas das principais formas dos pais ajudarem o filho a alcançar seus objetivos.

Caso o estudante não passe direto no vestibular, a família deve apoiá-lo para que ele não desista. Afinal, é importante ter resiliência nesse momento. E os pais têm um papel fundamental no que diz respeito à motivação do estudante, sobretudo se for necessário superar um resultado negativo.

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Paciência com as crianças: amiga ou inimiga?

Com certeza amiga! Neste período de quarentena, principalmente, é importante termos paciência com o pequeno para aproveitarmos cada momento.

Se você decidiu ler essa matéria é porque em algum momento já perdeu a paciência com seu filho, não é?! Mas, fique calma! As crianças precisam de atenção e paciência e muitas vezes acabam extrapolando nos trejeitos para tentar ter a atenção dos pais. O que fazer nesses casos? É simples! Trouxemos algumas dicas de como manter a calma. Com amor, paciência e carinho tudo vai ficar bem e passaremos por este período juntos. Confira:

1. Reflita sobre a impaciência

Reflita sobre o real motivo de você estar impaciente e procure resolvê-lo. Às vezes, seu filho não tem culpa de nada. Nesse caso, opte sempre pelo diálogo para melhorar a situação.

2. Dialogue

A conversa é um dos melhores jeitos para ambas as partes entenderem e refletirem sobre o ocorrido. Por isso, dialogue com seu pequeno explicando os pontos positivos e negativos da situação para que ela não ocorra novamente.

3. Respire

Respirar e contar até dez é um dos métodos que pode funcionar. Por isso, quando sentir que vai se estressar, tire um tempo para você, repense. As reações quando estamos nervosos nunca são boas, pois quando ficamos alterados há pouca “conversa” entre o lugar que recebemos as emoções (amígdala cerebral) e o lugar que processamos essas emoções (córtex frontal), por isso acabamos agindo por impulso e perdendo a paciência.

4. Lembre-se de dar bons exemplos

Se você quer que seu filho seja mais paciente, experimente começar por você. Os filhos são os reflexos dos pais, que por sua vez, são fonte de inspiração para os pequenos.

5. Reconheça seus erros

Não deu para seguir nenhuma das dicas anteriores e você acabou se alterando? Não tem problema! Respire e peça desculpas. Reconheça seus erros e converse sobre o que aconteceu. Assim, você ensina que seu filho pode se desculpar quando errar também.

 

Gostou das dicas? Agora é só praticá-las.

A importância da música na educação

O conceito de música como um remédio para a mente e o corpo é bastante antigo. A música tem muitos efeitos benéficos e age como um estímulo cerebral, capaz de baixar níveis elevados de estresse.

Para as crianças e adolescentes, a musicalização promove o desenvolvimento cognitivo e alguns benefícios para o corpo como bem-estar, tranquilidade, coordenação motora, responsabilidade, memória e muitos outros.

De acordo com o Referencial Curricular Nacional Para a Educação Infantil, RCNEI (1998), a música é entendida como linguagem musical com capacidade de comunicar sensações e sentimentos por meio do som e do silêncio e está presente em todas as culturas, sendo que na Grécia Antiga já era considerada fundamental na formação dos futuros cidadãos, ao lado da Matemática e da Filosofia.

Além disso, o contato com a musicalização auxilia no desenvolvimento da cognição, desenvolvendo habilidades que auxiliam desde a memória, criatividade, motricidade e concentração, até o aumento da percepção corporal, psicomotricidade e da coordenação motora. A infância é a fase crucial para o desenvolvimento das diferentes competências inerentes ao ser humano, que posteriormente atuarão nas suas diversas áreas de funcionamento.

Além de auxiliar na educação básica e no desenvolvimento, a musicalização estimula a interação, além de fortalecer o vínculo entre mãe ou pai e a criança, pois a presença de um adulto é fundamental.

Como a música contribui para o desenvolvimento da criança

A música funciona como um importante precursor no desenvolvimento das aptidões linguísticas da criança, assim como da sua inteligência, capacidade de expressão e da coordenação motora. Por meio do ritmo, melodia e o timbre, a música facilita o trabalho relacional da criança e consequentemente o desenvolvimento das suas competências sociais.

A musicalização é um conjunto de atividades que visa à sensibilização, e que busca ampliar os conhecimentos musicais da criança. Contribuirá fortemente para a socialização, alfabetização, inteligência, capacidade inventiva, expressividade, coordenação motora e tato fino, percepção sonora; percepção espacial, raciocínio lógico e matemático e estética.

Não importa se seu pequeno vai ou não seguir o caminho musical, ouvir música, dançar, cantar, tocar violão, batucar… A introdução dessa linguagem traz inúmeros benefícios. Uma criança que passa por um processo de musicalização desenvolve mais áreas do cérebro, é mais atenta, mais sociável, faz conexões mentais com mais facilidade, comunica-se melhor, fica menos estressada, mais concentrada, aprende a cooperar, interagir, esperar e pode ser o próximo artista do país!

Confira os principais benefícios da música no desenvolvimento da criança:

  • Concentração;
  • Coordenação motora;
  • Inteligência;
  • Habilidade musical;
  • Criatividade;
  • Cria contato com outras culturas;
  • Estimula a autoestima e o desenvolvimento emocional;
  • Fortalece relações interpessoais.

A musicalização ainda ajuda a desenvolver a inteligência musical que, segundo Howard Gardner é uma das sete de sua Teoria das Inteligências Múltiplas. Ou seja, além de desenvolver uma inteligência, seu pequeno poderá desenvolver uma habilidade. E, quem sabe, ele não tenha um futuro musical?!

Brincadeiras que estimulam a concentração

Seu pequeno adora brincar com diferentes tipos de jogos? Se a resposta é sim, temos uma ótima notícia: eles podem ajudar e muito no aprimoramento da concentração e raciocínio, fatores que influenciam diretamente no processo de aprendizagem.

Pensando nisso, trouxemos uma lista de atividades bacanas para serem realizadas em casa durante esse período de pandemia. Confira!

 

  • STOP: além de ser um jogo clássico interessante, ele estimula o raciocínio rápido das crianças e auxilia no descobrimento de novas palavras.

 

  • Jogo dos 7 erros: quem é que nunca se deparou com este divertido jogo e passou horas tentando resolver o enigma das imagens, não é mesmo? Além de prender a atenção da criança, o jogo tem como objetivo desenvolver ainda mais a habilidade de concentração.

 

  • Quebra-cabeças: grandes ou pequenos, que tal reunir a família toda neste final de semana para tentar montar uma imagem bem legal? Desta forma fica mais divertido, não é?

 

  • Dama/xadrez: que tal combinar as regras e chamar o pessoal para uma partida? Além de ser um jogo que requer muitas estratégias, ele pede uma boa dose de concentração e paciência.

 

  • Jogo da memória: por último e não menos importante, temos o jogo da memória. Como o próprio nome diz, este jogo necessita de muita atenção e concentração para memorizar as cartas presentes na mesa e vencer o jogo.

 

Após relembrar algumas atividades que certamente fizeram parte da infância de todos, que tal fazer um final de semana diferente com muitos jogos e diversão? É importante lembrar que existem milhares de outros jogos capazes de auxiliar na estimulação da memória e que a criatividade para criar novas brincadeiras é sempre muito bem-vinda.

Portanto, aproveite esse tempo em casa e boa diversão e aprendizado a todos!

Conheça as áreas psicomotoras e como podem ser estimuladas na aprendizagem

O estudo da psicomotricidade se concentra no desenvolvimento motor da criança, considerando os aspectos emocionais e cognitivos. O desenvolvimento psicomotor da criança passa por etapas. É importante o estímulo de cada uma delas porque são essenciais para a formação infantil. Cada uma das áreas psicomotoras pode ser estimulada através de jogos e atividades de aprendizagem que trabalhem o movimento. 

Como exemplifica o artigo do Instituto NeuroSaber: 

“O terapeuta psicomotor atua sobre as funções motoras e cognitivas, baseado no movimento corporal, para estimular o desenvolvimento da criança. Corpo e mente estão integrados na psicomotricidade, e as atividades psicomotoras auxiliam na consciência corporal e no desenvolvimento de habilidades fundamentais para a aprendizagem. 

 

Conheça quais são as áreas psicomotoras 

A psicomotricidade integra os aspectos motores, cognitivos e emocionais da criança. Dessa forma, as áreas psicomotoras favorecem o desenvolvimento como indivíduo. 

As áreas psicomotoras são estimuladas no Colégio Integração através de atividades simples que são inseridas nas estratégias de aprendizagem. 

As áreas psicomotoras podem ser estimuladas na escola, através de atividades inseridas nas estratégias de aprendizagem. O estímulo adequado dessas áreas é muito importante para o desenvolvimento da coordenação motora fina, global, lateralidade e outras. Conheça algumas delas: 

 

Coordenação Motora Global 

Consciência corporal e controle de musculatura ampla para realizar movimentos complexos. 

 

Lateralidade 

Consciência de que o corpo tem dois lados e da noção do externo e interno. 

 

Coordenação Motora Fina 

Controle dos pequenos músculos, como movimento das mãos, da face e visual. 

 

Organização Espacial-temporal 

Habilidade de perceber o tempo e a relação com as ações, diferenciando o ritmo e que têm começo, meio e fim. 

 

Esquema Corporal 

Consciência do próprio corpo e das partes que o compõem, compreendendo os movimentos e ações corporais. 

 

No Integração o brincar é premissa básica para a aprendizagem e desenvolvimento da criança. Através das brincadeiras a criança vivencia experiências que proporcionam o desenvolvimento integral das habilidades através do movimento. 

Quando brinca, a criança expressa vontades, necessidades, faz descobertas, se organiza, elabora situações, desenvolve a autonomia e, dentre muitas coisas, experimenta um mundo de possibilidades. O corpo e o movimento são partes importantes para a formação geral do ser humano, por tanto é fundamental para a aprendizagem. 

Aprender e brincar são coisas sérias, fazem parte da vida cotidiana e real da criança, por isso, são prioridades na Educação Infantil do Colégio Integração na rotina da escola ou nas aulas remotas. 

Saiba mais sobre as especificidades de cada área motora conferindo o artigo na íntegra em Instituto NeuroSaber. 

Expressão corporal e seus benefícios

Expressão corporal é a manifestação de sentimentos ou de sensações internas, tanto quanto de conteúdos mentais, por meio de movimentos representativos ou simbólicos do corpo. 

A linguagem do nosso corpo é a comunicação não-verbal, pois utilizamos gestos, posturas e movimentos. Os instrumentos mais comuns da expressão corporal são: o corpo, a voz, o som, o ritmo, o gesto, a postura, o movimento, o espaço, o tempo. 

 

Objetivos da expressão e da criatividade 

Físicos: 

  • Como prevenção e manutenção da condição física; 
  • Aquisição de algumas aprendizagens técnicas; 
  • Conhecimento das possibilidades de movimento do próprio corpo; 
  • Desenvolvimento da linguagem corporal; 
  • Domínio do próprio corpo. 

 

Psíquicos: 

  • Melhora da espontaneidade e da criatividade; 
  • Incidência de uma melhora da memória, capacidade de atenção e observação; 
  • Melhora da disponibilidade. 

 

Socioafetivos: 

  • Melhora das relações no grupo e da comunicação; 
  • Liberação das tensões internas mediante o movimento criativo; 
  • Melhora do desenvolvimento sensorial em nível de emoção, de sentimentos, de inquietações etc. 

 

Por que a expressão corporal deve fazer parte da educação infantil? 

A infância é um período de intenso aprendizado. Durante uma brincadeira, ao caminhar com os pais pelo parque ou praça, ou até mesmo observando as pessoas passando na rua, todas essas atividades simples são fonte de aprendizado para uma criança. 

Mas, além do mundo ao seu redor, a criança aprende usando seu corpo. Dar os primeiros passos, tocar objetos, sentir a textura do pelo dos animais, de uma fruta, a temperatura da água e da comida, tudo isso é feito com a ajuda de seu corpo. 

E, quando aprende a se movimentar sozinha, o corpo ganha ainda mais importância, já que cada movimento ajuda a transmitir um sentimento e para que ela tome contato com o outro, com a realidade ao seu redor. 

Por isso a expressão corporal é tão importante, principalmente na educação infantil. Antes mesmo da fala ou da escrita, já usamos nosso corpo para comunicar nossos desejos. Para uma criança, o corpo é uma fonte importante de conteúdo, é onde ele é produzido. 

Além disso, ao utilizar a expressão corporal em conjunto com outras habilidades que são trabalhadas na escola, como a pintura ou a introdução às letras, a criança exercita todo o seu potencial, aumentando sua inteligência e melhorando seu desenvolvimento. 

A expressão corporal é uma excelente ferramenta para que a criança se desenvolva em sua totalidade, aprendendo a lidar com seus sentimentos e os do outro, e também a descobrir seu papel no mundo. 

As experiências do brincar, aliadas ao trabalho de consciência corporal, tornam o desenvolvimento infantil muito mais completo. 

Autonomia e independência das crianças: como o colégio ajuda?

O Colégio Integração tem como um de seus objetivos colocar o educando como agente protagonista da aprendizagem. Procurando sempre estimular o aluno a busca da construção de seu conhecimento, propiciando a criticidade e reflexão. A autonomia é um dos pilares da educação integral e é por meio dela que se desenvolvem todas as potencialidades dos educandos, garantindo-se sua independência dentro do processo de ensino-aprendizagem. 

 

O Papel do professor 

O papel do professor é fundamental para que as aulas tenham um significado com enfoque no desenvolvimento de habilidades e competências. A seguir elencamos alguns pontos relevantes para que esse processo de aprendizagem desenvolva o intelecto, a autonomia e o protagonismo: 

  • O educador a todo momento observa o aluno para estimular a sua capacidade criativa. A observação é um dos recursos mais valiosos para que ele consiga atender às necessidades individuais de seus alunos; 
  • O professor oferece ao aluno momentos de aprendizagem e o estimula a buscar informações e construir seu conhecimento; 
  • O papel de protagonista do aluno na construção do conhecimento ocorre por meio da interação entre os alunos, conteúdos e educador. Esse processo é lento e exige bastante comprometimento; 
  • As ferramentas tecnológicas assumem um papel fundamental para o engajamento do aluno no processo de ensino-aprendizagem; 
  • O professor se torna o mediador do conhecimento. Mediar é facilitar o processo para que a informação se transforme em conhecimento e gere novas aprendizagens. O professor assume uma postura inovadora perante o grupo. 

 

Criando um ambiente favorável 

O espaço dentro do contexto escolar deve favorecer a autonomia dos alunos e oferecer diferentes possibilidades para um desenvolvimento integral. Uma estrutura física acolhedora e atrativa pode ser imensamente favorável à exploração e à criação, tornando-se um caminho para o aprender. 

No Colégio Integração oferecemos diferentes espaços para que os alunos participem de uma rotina mais atrativa e se sintam estimulados. 

 

Realizando as atividades na rotina

Uma rotina escolar adequada significa se organizar com as atividades e administrar o tempo. Essa rotina irá desenvolver a autonomia do aluno e oferecerá segurança para uma participação mais independente. É muito importante o aluno desenvolver suas atividades nas diferentes disciplinas por meio de horários e tarefas pré-estabelecidas. 

O método de criar o costume da rotina também se mostra eficiente na criação de espaço para a autonomia dos nossos alunos. Ter o conhecimento dessa frequência bem estabelecida faz com que o aluno compreenda o sentido de limites e ordem. 

Orientamos nossos alunos que essa prática de se organizar fortalece bons hábitos e se estende para momentos fora do contexto escolar, como a alimentação, o descanso e a higiene pessoal. 

 

Liberdade para a autonomia dos alunos 

Vivemos em um mundo com uma transformação acelerada por meio das redes sociais e ferramentas tecnológicas. Pensar no espaço escolar é um desafio para que se possa oferecer uma aprendizagem significativa e consolidada. As trocas e as relações favorecem o processo de ensino-aprendizagem. 

Ensinar é inseparável do aprender, e a todo momento as trocas realizadas entre educadores e alunos permitem a construção desse conhecimento. A escola é um espaço de aprendizagem e, para que o aluno consiga se tornar autônomo e independente, ela deve ser também um espaço com um clima de incentivo à pesquisa, às descobertas e às experimentações. 

Os nossos alunos são o tempo todo motivados a serem parte do processo de ensino-aprendizagem por meio de uma participação ativa em debates, fóruns e atividades decorrentes de uma metodologia ativa. 

 

Orientando a família 

A parceria entre família e escola é fundamental para que o aluno desenvolva sua autonomia e alcance sua independência. Dentro do processo de aprendizagem, o ideal é que a família e a escola caminhem juntas, com os mesmos objetivos, oferecendo ao aluno segurança. Sendo assim, nossos educandos se tornam cidadãos críticos e capazes de enfrentar esse mundo globalizado, com suas situações de complexidade inerentes a esse ambiente. 

A família deve participar da vida acadêmica de seu filho e apoiar as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea. Um fator importante é apoiar e, ao mesmo tempo, deixar seu filho resolver por si os conflitos e as dificuldades encontradas. 

Diversas outras formas de potencializar a autonomia das crianças podem ser praticadas na escola e a melhor maneira de elas serem cada vez mais utilizadas é por meio do reconhecimento de sua importância. 

No Colégio Integração, o aluno participa das aulas em diferentes espaços que, além de propiciar a construção do aprendizado, possibilita compartilhamento de vivências e saberes. 

5 dicas para quem vai cursar o Ensino Médio

Ensino Médio é uma etapa desafiadora, não é mesmo?! Mas também repleta de oportunidades. Afinal, é neste momento que todo adolescente começa a se preparar de forma mais direcionada para a escolha de uma carreira e para o vestibular. 

O friozinho na barriga é comum e super normal. Mas a verdade é que com planejamento, organização e dedicação aos estudos, você vai tirar de letra! Neste artigo, separamos 5 dicas que vão te ajudar a potencializar o seu aprendizado ao longo desses três anos tão importantes.  

 

1. Defina um método de estudos 

Estudo intercalado, mapas mentais e resumos são algumas das possibilidades para dar conta de todas as matérias. Esses e outros métodos desenvolvidos por especialistas podem ser facilmente aplicados na sua rotina desde o primeiro ano e te ajudaram muito lá na frente, quando for a hora de realizar a prova do ENEM e os vestibulares. 

Vale dizer que não existe técnica melhor ou pior. Existe aquela que se encaixa melhor ao seu perfil e, consequentemente, funcionará dentro da sua rotina. 

Administrar o tempo, ter autocontrole na resolução dos exercícios, entender e fixar o conteúdo, esses são alguns dos desafios comuns a todos os estudantes e que podem ser desenvolvidos da melhor maneira quando são identificados. 

Ao entender qual o seu processo ideal para aprendizagem e quais questões precisa trabalhar mais fortemente, a escolha da técnica de ensino adequada fica mais simples.  

 

2. Leitura é essencial 

A leitura é muito importante para a formação de bons estudantes e profissionais acima da média. Esse é um hábito que precisa ser estimulado desde a infância, intensificado ao longo do Ensino Médio e, posteriormente, na vida adulta. 

Tenha em mente que saber interpretar corretamente os enunciados é meio caminho andado em uma prova. E, de maneira geral, a dificuldade que muitos estudantes apresentam no momento de interpretar textos é resultado de, entre outras questões, uma leitura desatenta e de pouco conhecimento na língua portuguesa.  

No entanto, esses pontos podem ser trabalhados por meio da leitura. Além de enriquecer ov vocabulário, ler auxilia no desenvolvimento das habilidades de escrita e interpretação de texto. E mais: fortalece a memória, estimula a criatividade e o senso crítico, entre inúmeros outros benefícios. 

 

3. Tenha organização 

Além de aproveitar ao máximo as aulas, será preciso um bom plano de estudos para dar conta de todo conteúdo sem sufoco – desde o primeiro ano. 

Para começar, tenha um ambiente propício aos estudos, tranquilo e sem distrações. Depois, organize um cronograma, determinando quantas horas por dia irá estudar e como fará a divisão por matérias. Uma boa dica é sempre priorizar as matérias que você tem mais dificuldades. 

Esse comprometimento fará toda a diferença no momento do vestibular ou, até mesmo, ao se inserir no mercado de trabalho no futuro. 

 

4. Foco nos simulados 

Os simulados têm papel similar, mas vão além. Mais do que avaliar o seu conhecimento sobre as matérias estudadas, eles possibilitam aos estudantes vivenciar o mais próximo possível de um dia de prova – seja Enem ou vestibular. 

Com a realização dos simulados ao longo do Ensino Médio, é possível, entre outros pontos, estabelecer estratégias de gerenciamento do tempo. O objetivo aqui é responder todas as questões com calma, mas dentro do tempo proposto. 

E quando o assunto é prova e gestão de tempo, o preparo psicológico conta muito, não é mesmo? Então quanto mais o aluno vivencia uma situação similar, mais sua mente entenderá aquele momento como rotineiro, minimizando a ansiedade. 

Mas para que os simulados cumpram a sua função, eles precisam ser efetivamente levados a sério. Portanto, dedique-se como se fosse dia de prova oficial. 

 

5. Resolva os exercícios propostos 

Seu empenho e dedicação são a chave principal para o seu progresso não só nas aulas, mas principalmente nos estudos extraclasse. 

Por isso, nunca busque apenas por atalhos. Uma dica simples e muito efetiva para os alunos do Ensino Médio é: resolva todos os exercícios propostos pelo professor. 

Desta forma, será possível avaliar se o conteúdo está claro na sua mente, quais são os pontos que ainda precisam ser melhor trabalhados em cada matéria e ajustar seu plano de estudos sempre que necessário. 

Lembre-se de anotar as dúvidas e conversar com o professor para um melhor direcionamento do seu processo de aprendizagem. 

Neste sentido, os exercícios auxiliam a fixar melhor o conteúdo trazido pelo professor. 

Estudar em casa: descubra como fazer e dicas para melhorar desempenho

Estudar em casa e sozinho não é uma tarefa fácil, exige foco, comprometimento e dedicação. As distrações são muitas e aquele famoso “vou dar só uma olhadinha nas redes sociais” facilmente se transforma em horas. Isso já aconteceu com você?! 

Pois saiba que é mais comum do que se imagina! A procrastinação é a grande vilã do estudo em casa, seja durante as aulas híbridas ou nas atividades extraclasse. Mas não precisa ser! Com um plano de estudos bem estruturado fica mais fácil se organizar para as horas serem bem aproveitadas. 

E para te orientar da melhor maneira, separamos algumas dicas que certamente vão te ajudar neste processo. 

 

1. Aumente sua concentração 

Um bom recurso para eliminar distrações e a aumentar a concentração é ouvir música durante o momento dos estudos. Sim, isso mesmo: música! 

A música tem um efeito relaxante no cérebro, o que garante mais foco e concentração no momento de se aprofundar no conteúdo passado pelo professor ou mesmo de realizar os exercícios. Talvez alguns barulhos da rotina possam te desconcentrar em algum momento ao estudar em casa.  

Em um estudo feito pelo Spotify com alunos ingleses, foram divulgados dados importantes sobre isso: nas provas, a média dos participantes que estudam ouvindo música clássica é cerca de 12% superior à média dos demais.  

Além de abafar o som ambiente que pode desconcentrar, a música tem um efeito relaxante no cérebro. E isso auxilia a aumentar o foco no momento de se aprofundar no conteúdo passado pelo professor ou mesmo de realizar os exercícios. 

 

2. Tenha uma rotina 

Rotina, em geral, não é uma palavra associada a algo muito atrativo, nós sabemos. Mas quando o assunto é concentração para estudar em casa, pode ter certeza que mantê-la bem estruturada vai fazer toda a diferença! 

Isso porque, além de auxiliar você a se comprometer com esse momento, a rotina vai ajudar o seu cérebro a entender que aquela é a hora dos estudos, facilitando o processo de aprendizagem ao estudar em casa. 

Então, para começar, organize a sua rotina. Isso envolve um cronograma completo, composto por horas de estudo por dia, divisão das matérias e períodos de intervalo – sim, a pausa também é essencial. 

Escolha um ambiente calmo, com boa iluminação, tranquilo e sem distrações. Organize o espaço de maneira a ser confortável para o momento do estudo, com seu cronograma e os recursos necessários sempre à mão. 

Desconecte-se das redes sociais ou de qualquer outro aparelho que possa te desconcentrar. 

 

3. Arrume sua postura 

Ao passar muito tempo em frente ao computador ou debruçado nos livros e cadernos, é normal não reparar na nossa postura. No entanto, esse é um ponto importante e que merece atenção, já que pode inclusive atrapalhar o seu rendimento. 

Quando a coluna não está reta, podem aparecer dores nas costas, às vezes nas pernas e até nos dedos e pulsos quando a digitação é constante. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a dor nas costas é uma das maiores queixas dos brasileiros, afetando 36% da população de forma crônica. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que 80% da população mundial sofrerá deste mal em algum momento da vida. 

Portanto, atenção redobrada, ok?! Uma boa dica aqui é lembrar de se alongar sempre que possível! Levantar da cadeira por alguns minutos e dar uma leve caminhada também pode ajudar. 

 

4. Dê uma pausa das telas 

Se você vai assistir a uma aula online, vai precisar de um computador ou celular. Isso é fato. Esse recurso pode ser utilizado também para facilitar a pesquisa, para encontrar conteúdos complementares e por aí vai., mas lembre-se de fechar as outras páginas e aplicativos – para não cair em tentação! 

Fora desses momentos, o ideal é evitá-las, incluindo celular e televisão. São distrações muito convidativas e que tiram o foco facilmente. Claro que nem sempre é possível manter esse foco 100% nos livros. Em alguns dias a atenção pode diminuir e, mesmo que você não deseje, a mente pode dar sinais de cansaço. Aí, nesses casos, será preciso sim respeitar o seu momento e dar uma pausa mais longa. E tudo bem! O importante é não tornar a pausa longa uma rotina. 

Na preparação para o vestibular, os conteúdos são muitos, por isso não é indicado deixar acumular. 

 

5. Tenha um tempo para você 

Reserve um tempo no dia para você, seja para colocar a conversa em dia com o amigo, assistir sua série favorita, praticar seu esporte favorito ou ler.  No final de semana principalmente! 

Evitar o estresse e o esgotamento é essencial nesta etapa de preparação para o vestibular. O corpo e a mente precisam de uma pausa e tudo que é em excesso, faz mal. Portanto, a palavra-chave é equilíbrio. 

Gostou das dicas? Então vamos estudar em casa! No Colégio Integração, nossos alunos estão sendo preparados de forma a potencializar seu processo de aprendizado rumo à tão sonhada vaga no curso escolhido! 

Método learn by doing: o que é?

Fazer e aprender para aprender fazendo.  Mais que um jogo de palavras, é um processo do ensino e da aprendizagem muito em voga. Aprender fazendo (learn by doing) é botar a mão na massa e ser agente ativo em seu processo de desenvolvimento intelectual. A ideia é que, por meio da prática, a experiência educacional possa ser mais relevante e interessante, estimulando e engajando os alunos pelo protagonismo da vivência prática.

O resultado esperado é a melhor compreensão e maior fixação dos conteúdos. Não é algo novo, mas apenas mais recentemente a inclusão dessa prática pedagógica ganhou espaço nas instituições de ensino.

Só para ilustrar, filósofos e educadores já defendiam essa ideia: Platão, Aristóteles, Rousseau, Montessori e Freinet são alguns expoentes. “Aprender Fazendo” é um termo criado pelo educador e filósofo John Dewey (1938). Ele reconhece no processo prático o caminho para potencializar as possibilidades e os resultados da educação, pelo envolvimento direto dos educandos nessa experienciação. Dewey também acredita que a educação experiencial, por meio de um processo de reconstrução e reorganização dos resultados das vivências, influirá positivamente nas experiências futuras.

Mais recentemente, em 1984, o teórico educacional David Kolb retoma e amplia o conceito de “aprender fazendo” de John Dewey. Em sua teoria, o Ciclo de aprendizagem de Kolb, ele descreve o processo de aprendizagem experiencial como um ciclo contínuo com quatro estágios. Agir (experiência concreta), refletir (observação reflexiva),  conceitualizar (conceitualização abstrata) e aplicar (experimentação ativa).

Enquanto John Dewey é reconhecido na educação de jovens (pedagogia), sinal dos tempos, David Kolb é considerado essencial na educação de adultos (andragogia). Inegavelmente, o reconhecimento dos dois americanos na academia e no mercado é notório. Dewey, mais em como auxiliar no processo de aprendizagem e, Kolb, pelo entendimento do comportamental humano ligado à aprendizagem.

 

Por que adotar o método nas práticas escolares? 

 

1. Relevância

Aprender fazendo, evidencia aos estudantes os papéis da teoria e da prática. O porquê  e o para quê  das “coisas”.  A explicação da aplicação prática das teorias torna mais compreensível o aprendizado. Também, as vivências preparam melhor os jovens para o mundo. Assim sendo, eles adquirem maior desenvoltura na hora de enfrentar desafios e resolver problemas.

 

2. Errar faz bem

O learn by doing é muito atual no quesito inovação. Uma premissa e princípio comuns a aprender fazendo e aos processos de inovação é que a curva de aprendizagem pode ser maior nos erros do que nos acertos. Aqui, se evidencia o papel fundamental dos professores, como mediadores e curadores dos conhecimentos e teorias. No mundo atual e no futuro, é essencial saber que se pode errar e falhar. O propósito dessa permissão é adquirir o conhecimento necessário para evitar, pelo menos, o mesmo erro ou falha no futuro. Esse é um processo criativo que resulta em alternativas criativas. Com toda a certeza, a escola é o espaço para isso tudo, para testar, errar, aprender e evoluir.

 

3. Interdisciplinaridade

Transitar em várias áreas do conhecimento é uma vantagem desse processo pedagógico. De tal sorte que abordar e buscar a resolução de problemas conectando e integrando várias disciplinas é um pretendido diferencial. Os resultados da vivência prática e resolutiva por meio de conhecimento transdisciplinar são aulas mais dinâmicas, de experiência estimulante e maior absorção e fixação de conteúdos.

 

4. Cooperação e colaboração

O futuro valoriza o trabalho conjunto. Então, saber cooperar e colaborar são habilidades fundamentais no presente e, muito mais, no futuro. Assim como, saber que o conhecimento tem mais valor quando é compartilhado. Aprender fazendo é experienciar o fracasso e transformá-lo em sucesso por meio da atuação integrada de todas as diferentes habilidades presentes em um grupo. É saber que a empatia é um desafio constante no processo de aprender, de conviver e de discutir soluções e alternativas com os colegas. A construção da autonomia e da independência de cada indivíduo anda junto e é resultado da vivência coletiva. Posto que o espírito de nosso tempo valoriza o desenvolvimento pessoal sem esquecer ou descartar o social, o espírito de coletividade e a diversidade e o respeito às diferenças.

 

5. Autoestima e confiança

Desenvolver um projeto desde a ideação até a realização prática tem repercussão no íntimo dos indivíduos e é, em si, um valor intangível. Sem dúvida, docentes e educandos experimentarão o aumento da autoestima e da confiança ao aprender fazendo. Como mensurar o aumento e a evolução das capacidades analítica, crítica e argumentativa; das habilidades de gestão de recursos e de pessoas e da criatividade? Como avaliar o desenvolvimento intelectual e pessoal gerados pela flexibilidade em se aventurar pelo desconhecido, pelo novo? Quais os benefícios para a vida dos educandos pela confiança e coragem demonstradas em momentos de exposição, tensão e pressão? Em resumo, são capacidades, habilidades, atributos, benefícios e atitudes difíceis de serem mensuradas. Contudo, importantes e propósitos de aprender fazendo.

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