Qual o papel da Educação Física escolar?

Qual o papel da Educação Física escolar?

A Educação Física é um componente curricular obrigatório para todos os estudantes que estão no ciclo escolar. Isso porque essa disciplina envolve muito mais do que a prática esportiva, pois suas aulas são ministradas de forma integrada à proposta pedagógica da escola. 

Quer saber mais? Então continue a leitura para entender a função e as vantagens dessa matéria para a formação das crianças e dos adolescentes. 

 

Qual a importância da Educação Física escolar? 

Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), elaborados pelo Ministério da Educação (MEC) para orientar os professores quanto à formulação dos planos de aulas de cada disciplina por ciclo, a Educação Física deve englobar diferentes aspectos ligados ao corpo humano, da teoria à prática. 

Nas aulas teóricas, os docentes abordam assuntos como bons hábitos e primeiros socorros. Já na parte prática, eles podem organizar atividades lúdicas ou mais tradicionais, como brincadeiras de rua, jogos alternativos, de quadra ou pré-desportivos. Em todos os casos, a cognição, a consciência corporal, o respeito às regras e o trabalho em equipe são estimulados com o propósito de manter o cérebro e o corpo ativos. 

Na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I, a tendência é trabalhar mais a coordenação motora e estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas com atividades lúdicas. Já no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, as aulas de Educação Física visam a promoção de valores e a manutenção do interesse pela prática esportiva. Nesse sentido, os esportes são utilizados como uma ferramenta de aprendizagem. 

 

Quais são as vantagens da Educação Física escolar? 

1. Amadurecimento 

A prática esportiva tende a despertar diversos sentimentos nos participantes, como a alegria ao acertar o primeiro saque, fazer uma cesta ou marcar o gol da vitória e, ainda, a frustração após uma derrota. Nesse sentido, o papel da Educação Física envolve o desenvolvimento da maturidade emocional, uma vez que ajuda os estudantes a lidarem com as próprias emoções e a seguirem buscando evoluir com empatia e resiliência. 

 

2. Bons hábitos 

Em primeiro lugar, vale destacar que essa disciplina tem o propósito de despertar o prazer pela prática esportiva, o que contribui para a promoção de um estilo de vida saudável. Além disso, essa matéria é a porta de entrada para bons hábitos, como o cuidado com o corpo e a saúde em geral, incluindo a alimentação, a prática de atividades físicas e o sono. 

 

3. Consciência corporal 

A Educação Física tem um papel essencial na formação dos estudantes, pois os ensina a lidarem com o próprio corpo, incluindo suas potencialidades e suas limitações, o que contribui para o desenvolvimento do autoconhecimento e, consequentemente, para a superação de desafios. 

 

4. Desenvolvimento de competências 

Essa disciplina também colabora para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e motoras. Sem falar que ela também auxilia o desenvolvimento da autoconfiança, cidadania, disciplina, liderança, raciocínio lógico e trabalho em equipe, competências de extrema importância para o futuro acadêmico, pessoal e profissional de todo estudante. 

 

5. Socialização 

A prática esportiva escolar também é uma excelente ferramenta de transformação, considerando que seus recursos pedagógicos permitem a integração social ao introduzirem uma série de noções fundamentais para a vida em sociedade, como a colaboração e o respeito às diferenças, independentemente das características culturais, de gênero, econômicas, étnicas, físicas, religiosas e sociais de cada um. 

Gostou de conhecer os benefícios da Educação Física escolar? Vale destacar ainda que essa disciplina possui vantagens exclusivamente ligadas a cada fase da vida. A infância, por exemplo, é a fase ideal para se trabalhar a alfabetização física, que envolve a promoção das habilidades estabilizadoras, locomotoras e manipulativas. Esse conceito foi criado pela Academia Americana de Pediatria (AAP) com uma preocupação voltada tanto para o estímulo inicial à atividade física quanto para sua manutenção ao longo da vida. 

Já a adolescência é marcada por muitas transformações, o que contribui para muitos estudantes se sentirem desanimados em relação à prática de exercícios. Por isso, os professores de Educação Física devem motivar os adolescentes a participarem das aulas regulares dessa disciplina e dos treinos extraclasse, compartilhando seus conhecimentos sobre as modalidades, promovendo atividades que auxiliem os discentes a criarem laços afetivos com os colegas e destacando como os esportes estimulam o cérebro como um todo, especialmente a produção da dopamina, hormônio responsável pela motivação. 

 

Agora que você já sabe qual é o papel da Educação Física escolar, pode compartilhar essas informações com seus amigos para que eles também possam incentivar seus filhos a praticarem esportes. O Colégio Etapa está no Facebook e no Instagram! 

Como desenvolver a autoestima do meu filho?

Todos os pais querem filhos que tenham uma boa autoestima que os ajude a enfrentar com firmeza as situações da vida. No entanto, muitos não sabem que essa característica pode ser desenvolvida a partir das suas experiências em casa. 

Veja nesse texto, como os pais e responsáveis podem desenvolver a autoestima desde a infância. 

 

O que é autoestima? 

A autoestima pode ser definida como um conjunto de julgamentos que a criança ou o adolescente faz sobre si mesmo. Esse autoconceito está ligado a emoções e sentimentos. 

Quando as pessoas gostam de si e do que são capazes de fazer, pode-se dizer que têm boa autoestima. Do contrário, quando a pessoa não gosta de si, pode começar a fazer comparações com outros e se julgar menos competente em vários aspectos, mesmo que não seja, fica insegura e pode desenvolver quadros de ansiedade e até culpas crônicas. 

Por isso, é tão importante começar a estimular a autoestima de forma positiva desde a infância, porque a autoimagem que as pessoas têm de si mesmas começa a ser desenvolvida muito cedo.  

Evidentemente, esse processo vai começar em casa, bem na fase em que o sistema límbico impera na conduta das crianças e dos adolescentes. Neste momento, as emoções dominam os comportamentos e há uma necessidade muito grande de ser amado. 

Crianças que vivem em ambientes seguros, nos quais se sentem acolhidas, com responsáveis que promovem estímulos e sabem dar limites, têm uma grande tendência a se tornarem adolescentes com uma melhor autoestima.  

Assim, é muito importante tomar cuidado com as críticas excessivas ou com a supervalorização de tudo o que a criança faz, o que também pode levá-la a se desenvolver em um “universo paralelo”, sem consciência de suas reais aptidões. 

 

Autoconfiança é o mesmo que autoestima? 

Em geral, muitas pessoas confundem autoconfiança como um sinônimo de autoestima. Na verdade, a autoconfiança é uma parte da autoestima, e está mais ligada a ter confiança em si mesmo para realizar atividades específicas, enquanto a autoestima tem um conceito mais amplo. 

A construção da autoconfiança pode começar quando as crianças e adolescentes são estimulados a realizar atividades que oferecem chances de sucesso. Assim, vão construindo essa confiança em si mesmos tijolinho por tijolinho. Com o tempo, esse desempenho vai melhorando, porque os estudantes percebem que são capazes de realizar. 

 

Como é possível identificar problemas de autoestima? 

Uma autoestima de crianças e adolescentes positiva pressupõe ter uma autoimagem adequada do que se é, sabendo quem é e do que é capaz, sem se achar demais ou menos. 

Mas muitas vezes, a percepção da criança e do adolescente pode ser confusa e algumas situações podem demonstrar esse fato: 

 

  • Quando a criança ou adolescente aceita o outro, mas não se aceita; 
  • Quando aceita a si mesma, mas têm dificuldades de aceitar os outros; 
  • Quando não aceita nem a si mesmo e nem os outros. 

 

Como ajudar a desenvolver a autoestima de crianças e adolescentes? 

Esse processo de desenvolvimento de uma boa autoestima terá início logo cedo, em casa, quando os responsáveis se propõem a explicar para as crianças os sentimentos que estão percebendo.  

Quando a autoestima começa a ser desenvolvida ainda na primeira infância, é certo que a criança vai crescer com mais autoconfiança. 

Para que esse processo ocorra da forma correta, é preciso também avaliar como não minar o desenvolvimento dessa autoestima, que também passa por oferecer um ambiente estimulante e saudável.  

Alguns estudos revelam que ambientes hostis, nos quais as crianças vivem sob constantes críticas, brigas e castigos, vão estimulá-las a se sentirem desvalorizadas e isso será prejudicial em relação aos sentimentos que terão sobre si mesmos.  

Algumas atitudes que podem ajudar no desenvolvimento da autoestima são: 

 

Evite comparações com outros 

Para desenvolver a autoestima das crianças e dos adolescentes, é preciso não fazer comparações deles com outras pessoas, sejam irmãos ou amigos. Cada pessoa tem a sua potencialidade e forma de agir. 

Os adolescentes já têm uma tendência muito grande de se comparar com quem convive, e esse processo pode não ser saudável quando os adultos fazem isso sistematicamente, porque eles podem começar a acreditar que não sabem fazer nada direito e estão sempre aquém das expectativas. Isso terá reflexo durante toda vida. 

 

Dê feedbacks cuidadosos, mas verdadeiros 

Estimular as capacidades das crianças é sempre muito positivo, porém, é preciso entender que há um aumento de complexidade a partir que as fases passam. Então, é preciso elogiar, porém, também entender que a criança pode estar com alguma dificuldade em um determinado ponto.  

Nem sempre é válido dizer que tudo ficou lindo, mas os pais precisam mostrar que sabem que certas atividades podem ser mais difíceis para elas. Isso vale para as notas ou até para os esportes, porque todas as pessoas têm facilidades em uns temas e mais dificuldade em outros. 

A criança (ou o adolescente) precisa entender sobre a diversidade de habilidades, e os adultos devem sempre estar dispostos a ajudar no aprimoramento de suas capacidades com o tempo. 

 

Saiba ouvir as crianças e adolescentes 

Se as crianças ou adolescentes sabem que estão sendo ouvidos e compreendidos, ficam com a sensação de que os adultos se importam com seus sentimentos.   

Eles devem ser ouvidos pelos responsáveis sem pré-julgamentos ou interrupções, para dar a oportunidade de se expressarem. 

Quando os adultos fazem isso, demonstram que têm empatia pelo que estão passando, e esse será um aprendizado importante para a vida. 

 

Corrija erros com cuidado 

Quando os filhos tomarem atitudes erradas, os responsáveis não podem passar uma borracha por cima, devem corrigi-los, mas com bastante cuidado, de forma que as ações sejam apontadas, mas eles não sejam estigmatizados e sintam com a autoconfiança minada. 

Por exemplo, não chame o filho de preguiçoso, prefira a abordagem de explicar que o fato de nunca arrumar a própria cama ou fazer suas tarefas escolares não é correto, que ele precisa colaborar mais e dividir as tarefas domésticas, que o mundo adulto vai exigir mais colaboração da parte dele, etc. 

 

Demonstre afeto e elogie 

Lembram-se que nesta fase crianças e adolescentes têm necessidade de serem amados? Então, é muito importante que os responsáveis demonstrem afeto com atitudes como elogiá-los, abraçá-los ou beijá-los, além de dizer que os ama. 

Não percam a chance de demonstrar esses sentimentos. Assim, estará ajudando a desenvolver a autoestima de crianças e adolescentes. 

Incentive a tomada de decisões e formação das opiniões próprias 

Desde cedo, estimule que os filhos tenham opiniões sobre os mais variados assuntos.  

Não os privem de desenvolver essa característica, que será importante para o pensamento crítico, uma condição essencial ao longo da vida. 

Ao ter suas opiniões, ele vai colher resultados e também mais condições de tomar as próprias decisões com o tempo. 

 

Inclusão nos diálogos familiares 

Neste período da vida existe uma grande necessidade de pertencer a um grupo, seja em casa ou na escola. Por isso, as crianças devem ser incluídas nos diálogos e em todas as atividades pertinentes à rotina das famílias, para que se sintam capazes e aptas a participar das decisões. 

Com isso, os adultos também vão incentivá-las a exercitar a responsabilidade, que é fundamental em todos os momentos da vida. 

 

Conclusão 

Muitas habilidades socioemocionais começam em casa, mas o desenvolvimento delas também faz parte da metodologia do Colégio Integração. 

No Integração, as crianças e adolescentes são estimulados a desenvolver a autoconsciência, o autocontrole e habilidades pessoais. Todo esse desenvolvimento socioemocional está ligado ao conhecimento cognitivo. 

Com isso, eles aprendem a lidar com as emoções, estabelecer metas claras e se relacionar com os outros e com o ambiente, tendo inúmeras oportunidades de também estimular e desenvolver uma boa autoestima em crianças de adolescentes.  

Quanto mais as crianças e jovens têm autoestima, mais preparadas ficam para os desafios e frustrações da vida. 

A importância das Artes no desenvolvimento

Não é de hoje que pesquisas comprovam que crianças que são expostas a manifestações artísticas como dança, música e teatro demonstram melhor domínio da leitura, escrita e matemática. 

Quais os benefícios das artes para os estudantes? 

Muitas vezes, parece ser até instintivo: os pais dão lápis de cor e papéis para crianças que ainda não estão nem perto da alfabetização para que elas se distraiam fazendo rabiscos coloridos.  

No entanto, esses rabiscos já vão começar a dar elementos ao cérebro infantil para uma futura alfabetização e noção espacial. A expressão artística começa a favorecer o aprendizado desde esse momento. 

No Ensino Fundamental, a Base Nacional Comum Curricular contempla a arte por meio da dança, teatro, música e artes visuais. Essas manifestações vão articular saberes que envolvem a prática de criar, ler, produzir, construir, exteriorizar e refletir por meio de seis dimensões de conhecimento: criação, crítica, experiência sensível, expressão, fruição e reflexão. 

Envolver os estudantes na prática dessas manifestações artísticas vai trazer inúmeros benefícios que contribuirão com a formação do indivíduo, além de contemplar, inclusive, o desenvolvimento das habilidades socioemocionais e proporcionar o alto desempenho. 

 

Os estudantes que praticam atividades artísticas se tornam capazes de: 

  • Desenvolver habilidades motoras, de linguagem e sociais; 
  • Desenvolver habilidades que ajudam na resolução de problemas; 
  • Melhorar a tomada de decisões e não ter medo de correr riscos; 
  • Ter mais criatividade; 
  • Desenvolver o pensamento crítico, etc. 

 

Estudos reforçam as vantagens de investir nas artes na educação 

Algumas pesquisas, como a reunião de 62 estudos no relatório Arts Education Partnership, já revelaram que as práticas artísticas, como a música, podem ajudar estudantes a ter mais noções de layout, perspectiva e equilíbrio, o que também ajudaria na integração com conhecimentos de outras disciplinas, como a matemática, além de melhorar a proficiência em leitura e no desenvolvimento cognitivo como um todo, porque permite a organização da escrita e também o entendimento de textos complexos, que são próprios de disciplinas como ciências, por exemplo. 

Outro aspecto é que a prática da música também ajudaria estudantes que estão aprendendo um segundo idioma. 

Mais um aspecto positivo de estimular os estudantes à prática das mais variadas manifestações artísticas é que proporcionam melhoria de saúde, afetando positivamente o humor e bem-estar, conforme a pesquisa da Frontiers in Psychology. 

“A arte gera um prazer desinteressado”, conforme já dizia o filósofo Immanuel Kant (1724-1804). Esse prazer pode surgir na observação ou na elaboração de obras de arte dos estilos mais diversificados, sejam pinturas, esculturas ou outras artes visuais, além da música, poesia, literatura e outras formas de expressão artística. 

Além disso, o estudo também revelou que a arte ajuda a melhorar a memória, diminuir o estresse e também permite uma melhor conexão social. 

Com isso, os estudantes que participam de programas de arte, ao menos semanalmente, apresentam habilidades orais, de escrita e de matemática superiores, além de um pensamento mais aprimorado na análise e resolução de problemas, com capacidade para desenvolver ideias originais próprias e inovadoras. 

Essas pesquisas dão base para que pais e profissionais de instituições escolares defendam a prática das artes nas mais variadas fases estudantis. 

 

Algumas vantagens de investir nas manifestações artísticas 

Como desperta muitas sensações e emoções, as artes, também, trazem inúmeros benefícios para o corpo e para a mente: 

Artes plásticas 

Essa é, talvez, a primeira expressão artística que muitas crianças passam a conhecer, quando os pais as convidam a desenhar ou pintar com lápis de cor. 

Com as artes plásticas e visuais, os estudantes são estimulados a praticar as habilidades de observação, senso crítico, criatividade, imaginação e de entendimento do mundo à sua volta. 

Essas capacidades aumentadas também favorecem o desenvolvimento cognitivo como um todo. 

Outro aspecto é que as artes plásticas ajudam na psicomotricidade e expressão de sentimentos. 

Os estudos também demonstram que favorecem o raciocínio sobre imagens científicas, a sofisticação na leitura e interpretação de textos. 

 

Música 

Ouvir música ou praticá-la, acalma, relaxa, alivia dores e estresse, e até estimula a prática de atividades físicas.  

Além disso, deixar certas músicas ao fundo, enquanto se estuda, também pode elevar o desempenho cognitivo e ajudar na criatividade. 

A música ativa a descoberta de novos caminhos e conexões cerebrais, por isso, é importante para quem está aprendendo uma nova língua.  

 

Dança 

Já a dança na escola como prática pedagógica, além de ajudar a manter o corpo ativo, permite a ampliação da capacidade de expressão, estimula a socialização, persistência, autoconfiança e autoestima, desenvolve a noção de espaço e equilíbrio, autoconsciência corporal, criatividade e disciplina.   

 

Artes cênicas 

O teatro é uma ferramenta pedagógica muito importante para o desenvolvimento dos estudantes desde o Ensino Fundamental porque também estimula o autoconhecimento e socialização, desenvolve desinibição, autoestima, autoconfiança, autonomia, motricidade, ampliação da memória e concentração, além de aperfeiçoamento da dicção e da melhoria da capacidade de comunicação. 

 

As artes no Colégio Integração 

Entre os núcleos de projetos especiais, o Colégio Integração oferece aos estudantes modalidades na área de arte, que permite desenvolver e cultivar seus talentos enquanto promove reflexão, cultura e sensibilidade por meio desta linguagem de expressão. Proporcionando aos estudantes o desenvolvimento e aperfeiçoamento das habilidades sociais, trabalho em equipe, liderança e cooperação.  

Tempo de tela por cada idade: qual a recomendada para o meu filho?

A quantidade de tempo que as crianças passam na frente dos eletrônicos é uma preocupação crescente entre pais e mães. Na pandemia do coronavírus, essa dúvida em relação ao tempo de tela por idade ficou ainda mais intensa, afinal, praticamente todas as atividades migraram para o ambiente digital.  

A transformação pegou de surpresa até os especialistas no assunto e trouxe outras questões muito importantes para o debate.  

 

Tempo de tela por idade 

O termo “tempo de tela” se refere ao período de utilização de dispositivos digitais, como tablets, celulares, computadores e videogames. Antigamente, existiam estimativas ideais de tempo de tela por idade.  

Porém, as determinações foram revistas pela Sociedade Brasileira de Pediatria em maio de 2020, pois a organização reconheceu a importância do uso desses aparelhos — tanto em casa quanto na escola — na formação das crianças.  

Isso porque a tecnologia tem diversos benefícios para a Educação Infantil, como o estímulo à criatividade e o desenvolvimento da linguagem, por exemplo. Sendo assim, a recomendação deixou de ser sobre a quantidade de tempo, mas sim sobre a qualidade, incentivando o uso mais saudável desses eletrônicos.  

Por exemplo, passar horas jogando videogames de jogos violentos não irá trazer aprendizado para a criança. Por outro lado, escolher brincadeiras mais educativas, como jogo da memória ou caça-palavras online, é uma forma de aprender brincando.  

Veja mais dicas para fazer esse controle a seguir: 

 

Como manter uma relação saudável entre as crianças e as telas? 

A discussão em torno do tempo de tela por idade sempre foi pautada pelos perigos que o uso excessivo dos dispositivos poderia gerar no desenvolvimento infantil. Entretanto, manter uma relação saudável entre os pequenos e os aparelhos digitais é possível mesmo quando eles precisam passar mais tempo em frente às telas. 

Para se manter no controle da situação e criar uma relação sadia, siga as seguintes dicas: 

  • estabeleça limites: coloque algumas regras para a utilização de eletrônicos, como não usar os aparelhos durante as refeições ou em momentos com a família, nem nas duas horas antes de dormir;  
  • monitore o uso: esteja atento aos sites e redes sociais que a criança visita e não deixe de alertá-la sobre os perigos da exposição; 
  • proponha alternativas às telas: sugira outras atividades às crianças que não envolvam os dispositivos, como ler livros e brincadeiras para movimentar o corpo. 

 

Gostou de saber como construir uma relação mais saudável entre os pequenos e os dispositivos digitais? Então comece a promover uma relação melhor entre as crianças e os eletrônicos. 

Definição de carreira para estudantes com múltiplos interesses

São muitos os fatores que determinam a definição de uma carreira em detrimento de outra, como afinidades pessoais, facilidade com as disciplinas que serão cursadas, intenção de trabalhar no Brasil ou no exterior, mercado de trabalho e investimento financeiro. Com tantos elementos na mesma equação, os jovens podem apresentar interesse em múltiplas carreiras na sua primeira decisão da vida adulta.

Ao chegar nessa fase, somadas aos fatores acima, eles também precisam pensar em outras questões que devem estar alinhadas com a família, por exemplo, se há condições de se manter no local escolhido.

Veja nesse post, como nós do Colégio Integração ajudamos nossos estudantes e como você, pais, também pode ajudar eles a definirem suas prioridades.

 

Como focar prioridades na definição da carreira no Ensino Médio?

A definição da carreira para os estudantes é uma fase bastante importante e complexa, são muitas as opções a serem consideradas: cursos disponíveis, profissões tradicionais, profissões do futuro, instituições particulares e públicas, estudar no Brasil ou ser cidadão do mundo.

Para o estudante começar a definição de interesses e de seus objetivos de vida é preciso fazer um exercício interno de se imaginar daqui a alguns anos, desde questões simples como: que tipo de trabalho gostaria de fazer? Qual é o melhor ambiente de trabalho? Quais roupas gostaria de utilizar? Que estilo de vida deseja ter no futuro?

São perguntas-chaves que ajudam a nortear as suas possíveis escolhas.

É possível que o estudante em um primeiro momento demonstre interesse por múltiplas carreiras devido a uma idealização de sucesso ou por não conhecer a fundo quais as atribuições de determinada profissão.

Para isso, é necessário que o estudante promova pesquisas a respeito das áreas e cursos de interesse, pesquise as grades curriculares dos cursos, o que estudará durante o curso universitário, se terá disciplinas nas quais ele tenha mais afinidade, estabeleça comparações, pesquise a diferença entre os cursos universitários e as possíveis carreiras profissionais, muitas vezes diferentes cursos podem levar a uma mesma carreira profissional.

É importante considerar também as inclinações pessoais, muitas vezes uma predisposição do estudante, uma habilidade ou um interesse específico por determinado assunto o auxiliará nesse momento de descobertas e escolha de profissão.

O Colégio Integração trabalha oferecendo suporte aos estudantes neste delicado momento de autoconhecimento e definição da carreira. São compartilhadas informações referentes ao mundo dos vestibulares e possíveis carreiras, acolhimento, apoio pedagógico e suporte emocional.

 

Pais podem ajudar na definição de carreira

Os pais podem auxiliar os estudantes incentivando as pesquisas na internet sobre os cursos, as profissões atuais, as profissões do futuro e o mercado de trabalho.

Também podem promover conversas com o estudante sobre como foi o processo de escolha, contar se tiveram opções, se foram felizes nesta opção, falar sobre as carreiras dos membros da família, ou de amigos próximos. Além disso, permitir que este jovem possa passar um tempo com esses profissionais partilhando sobre a sua rotina de trabalho, seus desafios, a trajetória profissional, são excelentes oportunidades de pesquisas e descobertas.

Os pais devem incentivar a autonomia, a autoconfiança, a determinação e a persistência na definição de seus objetivos e no seu projeto de vida.

Um outro ponto importante no qual os pais podem apoiar seus filhos nesse momento de escolha profissional é levá-los para conhecer as universidades in loco.

 

Dicas do Integração para diminuir a ansiedade da escolha 

A nossa dica para manter o equilíbrio do estudante nesta fase de definição da carreira é que ele pesquise muito sobre todas as possíveis opções para o seu perfil e prepare um planejamento baseado nas opções.

Neste período, manter o diálogo aberto com os pais e responsáveis também é fundamental para que o projeto de vida idealizado consiga se tornar possível.

  • Aceite os seus limites e respeite muito o próprio corpo;
  • Procure se manter saudável;
  • Seja reflexivo;
  • Mantenha a calma para analisar todas as possíveis condições e consequências relacionadas à sua escolha.

E, por fim, o estudante deve estar muito aberto a mudanças, novidades e com disposição para aprender, reformular a estratégia e prosseguir investigando e analisando todas as opções que estão à disposição.

Eles devem lembrar que essa será apenas a primeira grande escolha que estará fazendo. Como já foi dito anteriormente, não precisa ser uma escolha que definirá o resto da vida!

Como desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes

Desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes tem sido fundamental nestes tempos nos quais a ordem é ter pensamento fora da caixa, flexibilidade mental para resolução de problemas e muita adaptabilidade.

Veja nesta matéria quais mecanismos podem ser utilizados para que os estudantes continuem a desenvolver continuamente esse pilar socioemocional.

 

Toda criança nasce com criatividade?

Uma das definições de criatividade aponta para as características de quem tem “inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo etc.”

Outra explicação mais antiga (Torrance, 1965) aponta que “criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados”.

Segundo um relatório do governo do Reino Unido sobre alfabetização, 98% das crianças entre 3 e 4 anos têm uma imensa capacidade de pensar de maneira não linear e de forma divergente dos outros, ou seja, criativa. Porém, à medida que o tempo passa, essa capacidade pode se perder, quando as crianças e adolescentes tentam se encaixar em padrões coletivos.

No entanto, quando são estimulados continuamente à criatividade, conduzem suas próprias descobertas e se permitem identificar inúmeras possibilidades nas mais variadas questões acadêmicas e da vida.

Neste cenário de mudanças rápidas e uso intenso da tecnologia, esse processo de fomento da criatividade passa a ser imprescindível para que os estudantes desenvolvam as mais diversas habilidades socioemocionais que serão importantes em seu futuro.

Além disso, segundo um estudo de 2016 realizado com jovens adultos, exercitar a criatividade diariamente é uma iniciativa que está intimamente ligada à sensação de bem-estar.

 

Criatividade começa a ser desenvolvida em casa

Como se percebe pelo relatório do Reino Unido, praticamente toda criança nasce com criatividade, porém, são os processos da vida que podem promover uma perda dessa habilidade. Portanto, o primeiro ambiente que vai estimular a criatividade nas crianças é o próprio lar.

As brincadeiras e jogos terão papel de destaque nesse processo de desenvolvimento da criatividade na infância, como os quebra-cabeças, desenhar e pintar, blocos de montar e massinhas, jogos de memória, cubo mágico, cartas e bolas, caça-tesouros, entre outros. Confira também brincadeiras que estimulam a concentração!

Todas essas atividades estimulam o exercício do raciocínio, desenvolvem foco e concentração, dão noções espaciais e muitas dessas brincadeiras também estimulam a coordenação motora e equilíbrio.

Ler para os filhos(as) também incentiva o interesse por esse hábito e os incentiva a serem criativos, porque vai aprimorar a imaginação e o desenvolvimento da interpretação, mas também será essencial no processo de alfabetização.

Durante o isolamento social, inclusive, a leitura foi a principal atividade entre jovens e crianças que não incluiu o uso de telas.

Segundo um outro relatório do Reino Unido sobre alfabetização, esteve entre as atividades consideradas uma das mais prazerosas por esse público. Foi nas páginas das aventuras, ficção e fantasia que encontraram alegria, prazer e refúgio para passar pelo período de confinamento, preservando a saúde mental e o bem-estar.

 

Como os pais podem ajudar a desenvolver a criatividade?

Para estimular a criatividade nos filhos(as), a família pode apresentar a eles formas de desenvolver a imaginação que é própria das crianças, oferecendo materiais que os incentive a criar, como ferramentas e peças, além de ajudá-los a compartilhar suas ideias e promover a colaboração já em família.

O ambiente em casa também deve ser estimulante, as crianças e adolescentes devem ser apresentados a lugares interessantes e novas culturas, que despertem a curiosidade pelo saber, e sejam impelidos a fazer perguntas sempre.

Todo esse processo que começa em casa é parte fundamental do desenvolvimento cognitivo da criança, porém, também é um estímulo às diversas habilidades socioemocionais ao longo da vida.

 

Como o Integração trabalha a criatividade dos estudantes?

A criatividade está dentro do Colégio Integração, e é uma das habilidades desenvolvidas não só nas aulas de aprendizagem socioemocional, mas também em vários processos e aspectos dentro do Colégio, como as aulas eletivas e o ambiente estimulante, que eleva a energia dos estudantes.

No entanto, um ponto importante dentro do processo pedagógico do Colégio é que a criatividade esteja associada à capacidade de autonomia, execução e características únicas de cada estudante, que concede a ele pensamento divergente e importante dentro do processo coletivo.

Outro aspecto que merece destaque é que a criatividade dos estudantes é estimulada no Colégio também ligada à persistência, que vai ajudá-los no desenvolvimento da resiliência, ampliando a sua capacidade de tolerar frustrações e estresses, exatamente como eles vão se deparar com os desafios ao longo da vida.

Criança e Internet: quando essa relação deixa de ser positiva?

A relação criança e internet tem sido pauta de discussões bastante interessantes no universo da Educação Infantil. Mas, afinal, até que ponto essa conexão com o mundo digital é construtiva para o desenvolvimento dela?

É o que iremos entender nesta matéria!

 

Como conciliar a relação criança e internet?

Os pequenos têm sido cada vez mais cedo apresentados para os artefatos tecnológicos.  Isso acontece porque esses aparelhos são fáceis distrações para eles, por conta do acesso a conteúdos infantis de entretenimento e educação, como vídeos, músicas e filmes.

Porém, quais são os limites para a relação criança e internet e como impô-los de maneira tranquila?

Veja alguns exemplos de como é possível intermediar o digital com o real para otimizar o tempo no celular.

 

Equilibre o online com o offline

Quando a criança começa a preferir atividades virtuais a práticas de esportes e brincadeiras ao ar livre, a relação dela com a internet deixa de ser positiva. Isso porque ela pode começar a representar uma dependência até mesmo emocional sobre o smartphone, tablet ou computador.

As interações humanas são essenciais para o desenvolvimento e lapidação das habilidades de comunicação dos pequenos e é preciso estimular, também, as atividades físicas para evitar um sedentarismo precoce.

Para que não haja restrições rígidas, é possível intermediar o uso de dispositivos eletrônicos criando atividades offline, que não têm nenhuma relação com a tecnologia, para as crianças, como:

 

  • Contar histórias;
  • Brincadeiras que desenvolvem habilidades motoras: amarelinha, pular corda, jogos de tabuleiro, massinha, esconde-esconde, etc.

 

Estabeleça horários para o uso da internet

O uso excessivo dos aparelhos tecnológicos é um sinal de que é preciso intervir!

Para evitar esses excessos e também promover diversificação de atividades ao longo do dia, é importante estabelecer horários específicos para que o pequeno possa usufruir do meio digital.

Isso é importante, inclusive, para que ele mesmo tenha desenvolvimento de disciplina e que a conectividade excessiva não atrapalhe outros estímulos importantes para sua faixa etária.

Além disso, outra dica é utilizar um recurso para tornar mais prática a imposição de limites. Alguns aplicativos permitem o uso de timers para sua utilização e, após o tempo estipulado, eles são bloqueados.

 

Como a tecnologia em sala de aula pode ser benéfica?

No entanto, a utilização correta da criança e internet na inserção da tecnologia para auxílio de práticas pedagógicas pode trazer ganhos significativos para a aprendizagem infantil.

A inserção do iPad em sala de aula, por exemplo, permite um apoio visual em disciplinas de humanidades e também simulações em aulas de ciências — além de dar base para práticas pedagógicas utilizando materiais multimídia.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a relação entre criança e internet e como ela depende de intermediações para ser positiva, conheça como o Colégio Integração coloca isso em prática, agendando uma visita!

5 filmes que divertem e ensinam os pequenos

Sabia que os filmes para Educação Infantil e Ensino Fundamental proporcionam muitos aprendizados e não apenas diversão? Eles estimulam a imaginação, a observação e a capacidade de julgamento nas crianças.

Além disso, também favorecem a comunicação e o enriquecimento do intelecto, já que geram conhecimentos sobre fatos, ideias e histórias, como também possibilitam o contato com novas palavras, termos e pronúncias.

 

Dicas de filmes para Educação Infantil e Ensino Fundamental

Para as crianças, assistir a filmes é uma atividade prazerosa, mas, dependendo do conteúdo transmitido, isso pode também ser capaz de ensinar lições de forma lúdica.

Veja agora cinco opções de filmes para a Educação Infantil e Ensino Fundamental para assistir com seu filho:

 

1. Divertidamente

A animação da Pixar trata os sentimentos, como tristeza, alegria e raiva, de uma forma bastante madura e interessante. Todo o filme se passa dentro da cabeça da Riley, uma menina de 11 anos que está lidando com suas emoções e lembranças.

Vale explorar o filme para falar sobre emoções com seu filho e ajudá-lo a identificar o que sente. Pergunte, por exemplo, se ele se recorda de alguma situação que sentiu alegria ou raiva.

 

 

2. Zootopia

Dentre os filmes para Educação Infantil e Ensino Fundamental que trazem lições interessantes está Zootopia, que retrata a história da coelha Judy, que quer ser policial em um mundo preconceituoso.

O longa trata de assuntos atuais, como respeito às diferenças, tolerância, racismo e abuso de poder. Também ensina sobre persistência para lidar com desafios e conquistar seus objetivos.

 

 

3. Wall-e

Wall-e é um clássico que conta a história de dois robôs que vivem em um mundo distópico. Além de ser emocionante e envolvente, o longa evidencia a importância de preservar a natureza e ter uma vida saudável.

Ao final, vocês podem conversar sobre os cuidados com o meio ambiente, sustentabilidade e reciclagem, e até realizar um exercício prático, como plantar uma sementinha.

 

 

4. As Aventuras do Avião Vermelho

A produção brasileira conta a história de Fernandinho, um garoto que embarca em uma aventura repleta de imaginação após ganhar um livro do seu pai.  Ao longo da jornada, ele descobre sobre a importância da leitura e da amizade.

Se você quer estimular a leitura  em casa, o filme será de grande ajuda! Inclusive, é possível comprar o livro “As Aventuras do Avião Vermelho” para ler com seu filho.

 

 

 

5. O Menino e o Mundo

A premiada animação narra de forma criativa a história de um menino que busca por seu pai. O filme estimula a imaginação, a criatividade e o pensar fora da caixa. Ele também trata sobre biodiversidade, cultura nacional e arte.

Além disso, carrega uma mensagem impactante que proporciona uma reflexão sobre a vida globalizada e deixa uma mensagem de esperança por um mundo melhor.

 

 

 

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Como ajudar meu filho a escolher a profissão? Saiba como

A escolha profissional é uma etapa importante na vida de estudantes que estão no seu último ano escolar. Quanto antes essa decisão for tomada, melhor para o futuro vestibulando, afinal, saber exatamente qual profissão seguir pode diminuir o sentimento de dúvida e o estresse pré-vestibular.

Se você quer ajudar o seu filho na escola da profissão, é importante que entenda qual é o papel da família nesse processo. Confira algumas dicas sobre o que os pais podem fazer e o que devem evitar nessa matéria.

Como posso ajudar meu filho na escolha da profissão?

Ajude-o a desenvolver o autoconhecimento

Para tomar uma decisão acertada, é fundamental que o estudante considere seus objetivos acadêmicos, profissionais e pessoais, além dos seus interesses e habilidades. Por isso, a autorreflexão é fundamental no processo de escolha da carreira, de modo que, depois de avaliar todos esses aspectos, o estudante terá mais confiança para decidir sua profissão.

Os pais são fundamentais para o filho desenvolver o autoconhecimento. Isso porque é comum que surjam conversas sobre as preferências do estudante no ambiente familiar. A família deve aproveitar esses momentos para ouvir o filho e, posteriormente, desenvolver atividades que o estimule a descobrir as carreiras ligadas aos seus interesses e habilidades.

Os pais podem começar com atividades mais simples, como propor brincadeiras que ajudem o filho a refletir sobre suas preferências e competências, como um quiz, por exemplo. Conforme o estudante se desenvolver, a família também pode incentivá-lo a participar de workshops de profissões, a buscar orientação profissional e a desenvolver um projeto de vida para ajudá-lo na definição da carreira.

Além disso, é importante que os pais acompanhem a vida escolar do filho, auxiliando-o com os estudos em casa. Nesses momentos, é possível observar quais são as afinidades dos estudantes com as áreas do conhecimento – Biológicas, Exatas e Humanas. Isso lhe permitirá fazer um recorte de possibilidades de carreira alinhadas com o perfil do seu filho.

Estimule a descoberta, interesses e habilidades

As brincadeiras e os jogos preferidos das crianças podem indicar preferências que ajudarão a definir a carreira no futuro, assim como os hobbies no caso dos adolescentes. Por isso, estimule o estudante a participar das atividades extracurriculares oferecidas pela escola que estejam alinhadas aos seus interesses.

A participação nas atividades extraclasse contribui para uma formação mais completa, eleva a autoconfiança, melhora o rendimento escolar, aumenta a disciplina, promove o autoconhecimento, desenvolve a capacidade de trabalhar em equipe, o senso de responsabilidade e a proatividade. E esses benefícios acompanharão o estudante durante toda a vida, inclusive facilitando sua entrada no ensino superior e no mercado de trabalho.

Auxilie-o nas pesquisas sobre os cursos e as profissões

É hora de pesquisar opções de curso e de carreira! Junto ao seu filho, busque mais informações sobre as principais atividades, as áreas de atuação, o mercado de trabalho e as melhores graduações em guias de carreira.

Além disso, os pais devem incentivar o filho a pesquisar casos de sucesso de estudantes que já estão nas faculdades pretendidas. Outra dica é visitar profissionais da área em seus locais de trabalho para que seu filho avalie os pontos positivos e negativos da carreira pretendida.

Vale destacar que cada profissão possui diferentes frentes de atuação, o que amplia as possibilidades do estudante. Mas a decisão quanto à área de especialização dentro de uma determinada carreira não precisa ser precipitada, pois o estudante pode descobrir caminhos diferentes durante a graduação e redirecionar sua carreira de acordo com novos interesses que surgirem.

Respeite a decisão do seu filho

Respeitar e apoiar o interesse do filho é a primeira etapa para o sucesso dele. Ao impor uma carreira, os pais estabelecem como verdade que o estudante vai ser bem-sucedido ao trilhar determinado caminho, sem que esse sentimento seja compartilhado pelo estudante. É importante respeitar a vontade do filho, pois essa é a chave para que ele se mantenha motivado a se desenvolver do ponto de vista acadêmico, profissional e até financeiro.

Os pais devem incentivar o filho a manter uma dedicação constante aos estudos, desenvolvendo-se por meio de cursos de especialização, mestrados, doutorados e até uma segunda graduação a fim de complementar a sua formação. Isso porque o mercado de trabalho exige que os profissionais sejam bastante ecléticos. Por essa razão, um curso que, inicialmente, possa parecer estranho para os pais pode colaborar para que o filho tenha uma carreira de sucesso.

E o apoio da família deve estar presente durante todo o ciclo escolar e a preparação para o vestibular. Ajudar na preparação de um local de estudo adequado, na elaboração de um bom plano de estudos e incentivar a manutenção do foco com disciplina e motivação são algumas das principais formas dos pais ajudarem o filho a alcançar seus objetivos.

Caso o estudante não passe direto no vestibular, a família deve apoiá-lo para que ele não desista. Afinal, é importante ter resiliência nesse momento. E os pais têm um papel fundamental no que diz respeito à motivação do estudante, sobretudo se for necessário superar um resultado negativo.

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Paciência com as crianças: amiga ou inimiga?

Com certeza amiga! Neste período de quarentena, principalmente, é importante termos paciência com o pequeno para aproveitarmos cada momento.

Se você decidiu ler essa matéria é porque em algum momento já perdeu a paciência com seu filho, não é?! Mas, fique calma! As crianças precisam de atenção e paciência e muitas vezes acabam extrapolando nos trejeitos para tentar ter a atenção dos pais. O que fazer nesses casos? É simples! Trouxemos algumas dicas de como manter a calma. Com amor, paciência e carinho tudo vai ficar bem e passaremos por este período juntos. Confira:

1. Reflita sobre a impaciência

Reflita sobre o real motivo de você estar impaciente e procure resolvê-lo. Às vezes, seu filho não tem culpa de nada. Nesse caso, opte sempre pelo diálogo para melhorar a situação.

2. Dialogue

A conversa é um dos melhores jeitos para ambas as partes entenderem e refletirem sobre o ocorrido. Por isso, dialogue com seu pequeno explicando os pontos positivos e negativos da situação para que ela não ocorra novamente.

3. Respire

Respirar e contar até dez é um dos métodos que pode funcionar. Por isso, quando sentir que vai se estressar, tire um tempo para você, repense. As reações quando estamos nervosos nunca são boas, pois quando ficamos alterados há pouca “conversa” entre o lugar que recebemos as emoções (amígdala cerebral) e o lugar que processamos essas emoções (córtex frontal), por isso acabamos agindo por impulso e perdendo a paciência.

4. Lembre-se de dar bons exemplos

Se você quer que seu filho seja mais paciente, experimente começar por você. Os filhos são os reflexos dos pais, que por sua vez, são fonte de inspiração para os pequenos.

5. Reconheça seus erros

Não deu para seguir nenhuma das dicas anteriores e você acabou se alterando? Não tem problema! Respire e peça desculpas. Reconheça seus erros e converse sobre o que aconteceu. Assim, você ensina que seu filho pode se desculpar quando errar também.

 

Gostou das dicas? Agora é só praticá-las.